É uma ótima pergunta. Pelo que sei, exitem apenas cinco maneiro de ganhar dinheiro:
Roubar ou ludibriar alguém - o que é arriscado e enfraquece os seus valores
Herdar. (#sonho)
Investir, desde que se tenha uma perfeita habilidade para quetões financeiras, ou possa contar com o aconselhamento certo e claro muita paciência.
Trabalhar, o que é honesto e nobre, mas o que não enriquece ninguém sem alavancagem.
Entrar no mundo empresarial - a meneira mais efetiva, desde que o interessado "faça o dever de casa" e escolha o negócio certo.
Uma empresa bem administrada pode gerar lucros surpreendentes e superar outros meios de ganhar dinheiro.
Se você, por exemplo, investir 40 mil em um banco ou em uma propriedade, esse dinheiro pode crescer entre 4% e 20% ao ano. Se investir bem no mercado de ações, talvez consiga uum retorno de 20% a 30%.
Mais se investir a mesma quantia na sua empresa, o lucro pode passar de 100%. Não há comparação. Se você quer enriquecer, aplique o dinheiro na sua empresa.
Um investimento de 40 mil na sua empresa pode valer mais de 1 milhão, ao fim de três anos. Vejo isso ocorrer com frequência, e essa é uma das compensações de ser coach de negócios. Aconteceu a mim, também, e é muito bom.
Segundo afirmou Jean Paul Getty, em How to Be Rich (Como ficar Rico), a primeira regra é: "Seja o dono da sua empresa." O fato é que você jamais enriquecerá trabalhando para os outros. Indivíduos bem sucedidos sempre conheceram essa regra básica de enriquecimento.
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1. Não saber qual é sua vantagem competitiva
“Você não pode ser tudo para todos”, destaca o professor. “Ou você
compete pelo preço, e entra no cruel mundo das commodities, ou terá que
ser diferente de uma maneira relevante para o cliente”, ele acrescenta.
A solução para o problema é conhecer muito bem o seu marcado e os seus
clientes. “Faça sua lição de casa”, recomenda
2. Ser ingênuo em um mundo cínico
Muitos empreendedores acham que chegar primeiro em um mercado
garantirá o sucesso do negócio, mas esta fórmula nem sempre dá certo.
Muitos dos grandes players dos seus segmentos chegaram depois e
aprenderam com os erros de quem se aventurou primeiro. É o caso da
Apple, que não foi a primeira a vender tocadores de música digital, mas
dominou rapidamente o mercado quando entrou nele. “Ser primeiro nem
sempre ajuda”, diz Holan.
3. Esquecer que é preciso gerar valor
Se você vai entrar em um mercado em que já existem outros
competidores, é fundamental mostrar a que veio. “Seu produto tem que
gerar mais valor que a concorrência”, enfatiza o especialista. “O
iPhone não é o primeiro smartphone a tocar música, acessar e-mail ou
tirar foto. Mas ele tem algo a mais, algo que gera valor para o
usuário”, explica ele. E se você vai vender algo que não existe,
torna-se ainda mais fundamental provar que aquilo vai trazer algum
valor para o cliente.
4. Minimizar a importância da execução
“Quando um investidor precisa escolher entre uma boa ideia e um bom
time, ele escolhe o bom time”, diz Holan. Não basta ter uma boa ideia,
é preciso mostrar que você é capaz de executar. Tenha pelo menos um
protótipo antes de procurar um investidor, ele aconselha.
5. Achar que sua ideia é a melhor do mundo
Deixe o entusiasmo de lado e avalie quanto sua ideia realmente
vale. Ter o pé no chão ajuda na hora de negociar com o investidor. “A
avaliação de uma empresa é uma negociação”, destaca. Chegar à mesa
achando que sua ideia é a melhor do mundo pode atravancar o processo.
6. Pedir demais pelo negócio
Uma consequência de achar que sua ideia é a melhor do mundo é pedir
dinheiro demais por ela. Quem exagera na conta, pode sair de mãos
abanando. “Você tem que entender o que é realista”, aconselha o
professor.
7. Acreditar que o que esta no plano de negócios é o que vai acontecer
Para ter sucesso no empreendedorismo, é preciso desafiar os
parâmetros que você próprio definiu e mudar os rumos do negócio com
agilidade. “É preciso ter flexibilidade para mudar quando as coisas
mudam”, recomenda.
8. Procurar o investidor errado
Conhecer o perfil do investidor é importante para que a parceria dê
certo. Para que a aliança seja proveitosa para os dois lados, é preciso
saber quais são as expectativas dele e entender se elas estão alinhadas
com a do negócio. “Tenha em mente que o investidor está preocupado com
a saída. Muitos saem até antes de o negócio dar lucro”, destaca Holan.
Se você está procurando um parceiro de longo prazo, aliar-se a um
investidor com histórico de saídas rápidas pode não ser a melhor
escolha.
9. Achar que você é “cool” e todo mundo quer ser seu aliado estratégico
Muitos empreendedores acham que vão resolver todos os seus
problemas de escassez de recursos com alianças estratégicas. Seja
realista. Você pode achar que uma parceria com o Google ou o Facebook é
a solução para os seus problemas. Mas o que você tem a oferecer a eles?
“Uma aliança implica uma troca. Você tem que ter algo que realmente
interesse a eles. Se a relação for assimétrica, não ai acontecer”,
adverte o especialista.10. Acreditar que seus problemas são únicos
Achar que seus problemas são exclusivos é uma armadilha perigosa, porque faz com que o empreendedor deixe de olhar para os lados. “Aprenda com os outros”, aconselha o professor. Ler livros, fazer cursos e principalmente conversar com outros empreendedores pode ajudar a agilizar a solução de problemas.
Fonte: Exame PME
Como algumas empresas conseguiram alcançar o sucesso e faturar tanto dinheiro? Muitos falam: “isso é porque eles miraram o lucro desde o começo e se estruturaram com essa base para crescer”.
Verdade? Não posso afirmar que não tenha seus casos, mas não é o que acontece com a grande maioria das empresas bem sucedidas: o dinheiro é consequência, que vem a partir de se causar um impacto positivo no mundo.
Mirar o lucro não é o problema, isso na verdade só mostra que o empreendedor quer fazer seu negócio andar direito, tem ambição e/ou quer ver retorno sobre seu esforço investido.
O problema é pensar como seu negócio dará esse lucro antes de pensar como seu produto/serviço deixará seu cliente feliz e satisfeito – seja corrigindo algo que esteja errado ou aumentando sua qualidade de vida, causar um impacto positivo no mundo traz consequências. Conhece a história do ovo e da galinha? Aqui é a mesma discussão, mas com uma resposta exata.
Alguns podem até retrucar: mas investidores e credores vão engolir seu papo de querer mudar o mundo? Pra isso temos duas dicas:
- Mostre em números que sua ideia impactante trará resultados.
- Caso você não consiga provar isso em números* e o investidor não acreditar que sua ideia mudará o mundo, você fica com três opções: tentar fazer com o mínimo possível de gastos (leia mais em empreendedor alça-de-bota), procurar outro investidor ou fundar uma ONG.
Dias 28 e 29 de junho aconteceu em São Francisco a primeira AFEXPO,
uma conferência focada em desenvolvimento de estratégias de marketing
para o Facebook. Entre os muitos assuntos que foram debatidos,
selecionamos 20 dicas de marketing que podem fazer toda a diferença em
suas ações dentro da maior rede de relacionamento dos mundo. Leia e
mantenha essas dicas sempre disponíveis, pois algumas poderão mudar
completamente a forma como sua empresa vem atuando no Facebook.
Fonte e foto: Super Empreendedores
Empreendedorismo,
Marketing
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1. Quantidade versus Qualidade
O objetivo de suas ações de marketing no Facebook não deve ser apenas para conseguir uma grande quantidade de pessoas para “curtir” sua página. Busque pelos fãs certos e suas ações podem dar muito mais resultados;2. Massa Crítica
Ter uma grande comunidade também pode lhe abrir as portas para os amigos de seus fãs;3. Atenção ao EdgeRank
Por causa de um algoritmo chamado EdgeRank, a maioria das páginas só alcançam uma pequena parcela de todos os seus seguidores. Estima-se que somente 7,5% de seus fãs vejam suas postagens diariamente;4. Envolvimento
Não fique apenas empurrando mensagens aos seus seguidores, tente envolvê-los;5. Flexibilidade
Seja flexível, exerça seu lado profissional sem esquecer da diversão;6. Relações Públicas
O pessoal de RP deve sentar na mesa de discussões. Deixe o pessoal das relações públicas trabalharem com a equipe de Mídias Sociais;7. Poder de Influência
Os dados mostram que o Facebook é o topo dos influenciadores nas vendas online, mas algumas pesquisas ainda não lhe dão todo o crédito que ele merece. Seu poder de influência é indiscutível;8. Anúncios com Qualidade
Anunciar no Facebook é uma ótima estratégia. Se puder contratar uma agência de propaganda especializada para criar um anúncio de qualidade para sua empresa, melhor;9. Clickthrough Rate
Quanto mais altas as taxas de “clickthrough” em anúncios no Facebook, mais baixos os custos de aquisição de fãs;10. Concursos e Promoções
Concursos não devem ser usados para conquistar novos fãs, mas para fazê-los participar de suas ações;11. Complemento
O Facebook deve ser usado para complementar seu marketing online e não para substituir seu site;12. Horário de Trabalho
Seu público não usa o Facebook das 8hs às 18hs (à controvérsias) sem parar, então você não pode ser um gerente de comunidade limitado a esses horários, você tem que ir além;13. Simplicidade
Campanhas de marketing muito complicadas tem um baixo nível de resposta. Aqui também vale a velha máxima: menos é mais. Mantenhas suas ações simples e o retorno virá. Apesar de ser uma rede social, as pessoas estão ocupadas e não podem lhe dar toda a atenção que gostaria;14. Criatividade e Interatividade
Campanhas criativas – e interativas – são mais eficientes nas Midias Sociais do que a propaganda tradicional – estática e imutável – que se originou das limitações da mídia impressa. Use e abuse da interatividade;15. Emoção
As pessoas se conectam emocionalmente às Mídias Sociais. Pense nas emoções que sua marca poderia inspirar nessas pessoas e conecte-se a elas;16. Propósito
Normalmente, as pessoas se tornam fãs de uma marca quando ela está alinhada a uma causa. Em que sua empresa acredita?;17. Propaganda
Oitenta por cento (80%) das pessoas que clicaram em banners no Facebook, o fizeram porque gostaram deles. Esses novos fãs, nunca chegaram a ver a página de sua empresa. Mais um motivo para caprichar nos seus anúncios;18. Business to Business
O marketing Business2Business no Facebook pode até funcionar, mas pare de falar tanto de sua empresa e comece a se envolver mais com seus clientes;19. Significado dos Números
Não interprete os números por eles mesmos, compare-os com a média do seu mercado. Por exemplo: quantos “curtir” e “comentários” tem suas publicações em relação aos seus concorrentes. Esses números são muito mais significativos do que contar apenas a quantidade de visitas a um post;20. Quantidade versus Utilidade
Não há um número certo de postagens diárias para cada tipo de empresa. Não publique nada se não tiver nada a dizer, mas publique dez ou mais vezes, se tiver muito para compartilhar. Por exemplo: algumas áreas como esportes e turismo são muito sazonais e tem mais coisas para publicar somente em certas épocas do ano. Se a área de atuação de sua empresa não tiver muito assunto, fale sobre coisas que podem ser úteis aos seus seguidores e estejam correlacionadas a sua atividade.
E você, já tem uma página da sua empresa no Facebook? Como está trabalhando com ela? Deixe o link de sua página aqui nos comentários e aproveite para “curtir” nosso blog no Facebook ;-)Fonte e foto: Super Empreendedores
Aqui vão 5 princípios básicos para todos aqueles que procuram
alcançar grande sucesso nesta indústria. Este princípios são
importantes para iniciar o seu negócio da forma correta mas lembre-se
que aqui, como na vida, tudo começa por nós e por querermos mais e
mais, e por estarmos sempre na linha da frente, sempre a aprender e a
desenvolvermo-nos todos os dias.
1 – Comprometa-se com o sucesso
Antes de iniciar qualquer negócio, você precisa comprometer-se com o sucesso. Se pensa em fazer algo só para experimentar, não entre neste negócio. Se realmente deseja ter sucesso, então este é o negócio para a sua independência financeira. Mas atenção, não estou a falar e dizer para o ar que quer ter sucesso. Faça um favor a si mesmo e procure perceber o verdadeiro potencial desta indústria, e depois de perceber o que pode ganhar aqui, marque os seus objetivos e comprometa-se a lutar por eles “custe o que custar”.
2 – Conheça bem o plano de compensação e produtos da sua empresa
Conhecer o plano de compensação como a palma da sua mão é determinante! Estude e volte a estudá-lo, perceba essencialmente como pode tirar o máximo proveito do mesmo. Atenção a isto, quando eu digo para estudar o plano de compensação não estou a dizer para o saber explicar a outras pessoas, estou a dizer para o estudar matematicamente, para saber qual a melhor estratégia a aplicar no seu negócio. Se você não estiver seguro do benefício e familiarizado com os produtos fornecidos pela sua companhia de marketing de rede, não os pode representar. Você precisa ser um produto dos seus produtos, portanto use-os com frequência.
3 – Utilize um sistema que resulte e com o qual se identifique
Este passo é muito importante mesmo. Garanto-lhe que a maior parte das pessoas não analisa este ponto e depois falham, porque na maioria dos casos, ou o sistema não era bom, ou as pessoas não se encaixam no sistema. Por este mesmo motivo, na minha opinião, em primeiro lugar tem de saber como vai trabalhar, quais são as técnicas e ferramentas que vai utilizar para desenvolver o seu negócio, e depois, se se identificar com estas então pode iniciar o seu negócio. A maior parte das pessoas não faz isto e por isso acabam por falhar e desistir.
4 – Aprenda a fazer, com a pessoa certa
Compreenda os negócios da sua companhia, fixe as suas metas e comece a procurar o seu mentor no seu negócio, que vai orientá-lo a fazer a coisa certa para alcançar o seu objetivo, normalmente esta pessoa é aquela que você admira pela suas qualidades. Estabeleça um plano de trabalho. Mas lembre-se para ter sucesso precisa de assumir a responsabilidade e a iniciativa nas acções que lhe couberem. O importante é começar, cada acção que você fizer pode dar início a resultados maciços.
5 – Ajude as pessoas com quem você compartilhou o seu negócio
Não esqueça que a sua organização é formada por pessoas, não tente modificá-las ou pressioná-las, simplesmente ajude-as entendendo as suas necessidades e os seus objetivos. Aprenda a liderar. Cada pessoa tem o seu “tempo”. O constante follow-up ajudará a manter a motivação através dos resultados.
Fonte: Empreendedor Web
Empreendedorismo,
Marketing
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1 – Comprometa-se com o sucesso
Antes de iniciar qualquer negócio, você precisa comprometer-se com o sucesso. Se pensa em fazer algo só para experimentar, não entre neste negócio. Se realmente deseja ter sucesso, então este é o negócio para a sua independência financeira. Mas atenção, não estou a falar e dizer para o ar que quer ter sucesso. Faça um favor a si mesmo e procure perceber o verdadeiro potencial desta indústria, e depois de perceber o que pode ganhar aqui, marque os seus objetivos e comprometa-se a lutar por eles “custe o que custar”.
2 – Conheça bem o plano de compensação e produtos da sua empresa
Conhecer o plano de compensação como a palma da sua mão é determinante! Estude e volte a estudá-lo, perceba essencialmente como pode tirar o máximo proveito do mesmo. Atenção a isto, quando eu digo para estudar o plano de compensação não estou a dizer para o saber explicar a outras pessoas, estou a dizer para o estudar matematicamente, para saber qual a melhor estratégia a aplicar no seu negócio. Se você não estiver seguro do benefício e familiarizado com os produtos fornecidos pela sua companhia de marketing de rede, não os pode representar. Você precisa ser um produto dos seus produtos, portanto use-os com frequência.
3 – Utilize um sistema que resulte e com o qual se identifique
Este passo é muito importante mesmo. Garanto-lhe que a maior parte das pessoas não analisa este ponto e depois falham, porque na maioria dos casos, ou o sistema não era bom, ou as pessoas não se encaixam no sistema. Por este mesmo motivo, na minha opinião, em primeiro lugar tem de saber como vai trabalhar, quais são as técnicas e ferramentas que vai utilizar para desenvolver o seu negócio, e depois, se se identificar com estas então pode iniciar o seu negócio. A maior parte das pessoas não faz isto e por isso acabam por falhar e desistir.
4 – Aprenda a fazer, com a pessoa certa
Compreenda os negócios da sua companhia, fixe as suas metas e comece a procurar o seu mentor no seu negócio, que vai orientá-lo a fazer a coisa certa para alcançar o seu objetivo, normalmente esta pessoa é aquela que você admira pela suas qualidades. Estabeleça um plano de trabalho. Mas lembre-se para ter sucesso precisa de assumir a responsabilidade e a iniciativa nas acções que lhe couberem. O importante é começar, cada acção que você fizer pode dar início a resultados maciços.
5 – Ajude as pessoas com quem você compartilhou o seu negócio
Não esqueça que a sua organização é formada por pessoas, não tente modificá-las ou pressioná-las, simplesmente ajude-as entendendo as suas necessidades e os seus objetivos. Aprenda a liderar. Cada pessoa tem o seu “tempo”. O constante follow-up ajudará a manter a motivação através dos resultados.
Fonte: Empreendedor Web
Há diversas formas de ganhar dinheiro na internet, sendo os
programas de afiliados e a produção de infoprodutos os dois modelos
mais populares. É importante você definir e entender o seu modelo de
negócio antes de começar qualquer empreendimento digital.
A facilidade de iniciar um negócio como afiliado e os investimentos iniciais quase nulos acabam atraindo muitas pessoas para esses programas. Observe a quantidade de banners e anúncios na maioria dos sites que vai entender a popularidade desses programas.
Embora existam muitos afiliados, apenas um pequeno percentual deles realmente ganha um bom dinheiro. Poucos conseguem o tão desejado status de “Super Afiliados”, que ganham milhões por ano
Se você está pensando que a publicação e venda de seu próprio infoproduto vai ser moleza, pense novamente. Você precisa aprender muito mais que os afiliados precisam, além de investir bem mais dinheiro no negócio. No entanto, quando você fizer isso direito, a recompensa neste modelo de negócio online é muito mais gratificante.
A razão pela qual os produtores de infoprodutos ganham mais dinheiro é simples, pois eles têm custos de produção e manutenção muito baixos.
Qualquer coisa digital não custa um único centavo para ser produzido em larga escala, se necessário. Qualquer custo inicial pode ser recuperado com a venda de apenas alguns exemplares do seu produto que certamente terá altas margens de lucro. Isso sem falar que você pode contratar um exército de afiliados dispostos a fazer todo o trabalho de vendas para você.
Naturalmente, não é tão fácil como parece, mas o ponto é que, quando feito corretamente, o negócio de vendas de produtos digitais de fato é muito lucrativo.
Fonte: Empreendedor Digital
Empreendedorismo,
Marketing
0
1. Programas de Afiliados
Esta é a alternativa mais rápida e fácil ao começar, uma vez que não há absolutamente nenhuma barreira à entrada. Praticamente qualquer pessoa pode registrar-se para um programa de afiliados e começar a promover o produto ou serviço na internet com a expectativa de que alguém vai comprar, pagando-lhe comissões instantâneas. Os afiliados não têm nenhum risco, pois eles não pagam para a criação do produto, eles não lidam com atendimento ao cliente e eles não precisam de investimentos iniciais.A facilidade de iniciar um negócio como afiliado e os investimentos iniciais quase nulos acabam atraindo muitas pessoas para esses programas. Observe a quantidade de banners e anúncios na maioria dos sites que vai entender a popularidade desses programas.
Embora existam muitos afiliados, apenas um pequeno percentual deles realmente ganha um bom dinheiro. Poucos conseguem o tão desejado status de “Super Afiliados”, que ganham milhões por ano
2. Lançamento de Infoprodutos
Na outra extremidade da mesa, os autores de infoprodutos precisam ser mais disciplinados em seu marketing na internet. E obviamente eles também precisam de investir mais que os afiliados, desde a criação do novo produto até a distribuição, sistemas de pagamento e marketing.Se você está pensando que a publicação e venda de seu próprio infoproduto vai ser moleza, pense novamente. Você precisa aprender muito mais que os afiliados precisam, além de investir bem mais dinheiro no negócio. No entanto, quando você fizer isso direito, a recompensa neste modelo de negócio online é muito mais gratificante.
A razão pela qual os produtores de infoprodutos ganham mais dinheiro é simples, pois eles têm custos de produção e manutenção muito baixos.
Qualquer coisa digital não custa um único centavo para ser produzido em larga escala, se necessário. Qualquer custo inicial pode ser recuperado com a venda de apenas alguns exemplares do seu produto que certamente terá altas margens de lucro. Isso sem falar que você pode contratar um exército de afiliados dispostos a fazer todo o trabalho de vendas para você.
Naturalmente, não é tão fácil como parece, mas o ponto é que, quando feito corretamente, o negócio de vendas de produtos digitais de fato é muito lucrativo.
Afiliado ou Produtor?
Não importa qual modelo você vai escolher, somente certifique-se de compreender o básico e parar de ouvir e comprar coisas que não são aplicáveis ao seu negócio. A sobrecarga de informação pode paralisá-lo antes mesmo de começar. Caso tenha pouca experiência com o marketing na internet, recomendo começar como afiliado e aprender o que é preciso para vender produtos na internet com investimentos mínimos. Após certa experiência, você pode começar a produzir seus próprios produtos e ter ganhos ainda maiores.Fonte: Empreendedor Digital
Em 2008, Andrew Mason, 29 anos, criou o site de compras coletivas Groupon, que hoje vale mais de US$ 1 bilhão. Em entrevista exclusiva, ele revela o segredo do seu sucesso e os planos para o Brasil
Mark Zuckerberg, o fundador da rede social Facebook, é um dos empreendedores mais conhecidos do mundo. Com apenas 26 anos, ele tem uma fortuna avaliada em US$ 6,9 bilhões, de acordo com a revista Forbes. É hoje mais rico que Steve Jobs, o lendário criador da Apple.Sua imagem estará nos próximos meses em um filme de Hollywood, no desenho animado Os Simpsons e em histórias em quadrinhos. Mas é outro rosto, ainda desconhecido, que está desbravando um novo território na web. Andrew Mason, o garoto de 29 anos da foto ao lado, criou o Groupon, site de compras em que uma oferta só é válida se um número mínimo de compradores for atingido.
"Somos a melhor forma de divulgação para um pequeno negócio até hoje"
Andrew Mason > fundador do Groupon
Em apenas dois anos, o negócio decolou em uma velocidade
impressionando e já é avaliado em US$ 1,35 bilhão. De acordo com a
Forbes, o Groupon é a empresa com o crescimento mais rápido da
história, à frente da loja virtual Amazon, do Google e do próprio
Facebook.
O banco Morgan Stanley estimou o faturamento da companhia em US$
500 milhões em 2010. Já em 2011, deve romper a casa de US$ 1 bilhão,
valor que Google e Amazon levaram cinco anos para atingir e a Apple,
oito. O Facebook deve alcançar essa marca só neste ano, seis após sua
fundação.
“Nunca houve nada, seja rádio, televisão, jornais ou o Google, tão
eficiente em atrair novos consumidores como nós”, afirma Mason, que
virá ao Brasil no final de outubro, em entrevista exclusiva à DINHEIRO.
“Somos a melhor forma de divulgação para pequenos negócios até hoje.”
O sucesso do Groupon – cujo nome é uma combinação das palavras
“grupo” e “cupom” em inglês – está na esteira de uma série de fatores,
muito semelhantes aos que fizeram o Google decolar. O gigante de buscas
na internet, por exemplo, criou um modelo de negócios que consegue
captar o que os usuários digitam na caixa de buscas com uma publicidade
que casa com as intenções do internauta.
"Brasileiro compartilha as promoções"
Florian Otto > presidente do clube Urbano
Assim, toda vez que a palavra “advogado” é digitada, um anúncio de
escritórios de advocacia aparece entre os resultados pagos. Isso
permitiu que milhões de pequenos negócios pudessem anunciar seus
produtos e serviços.
O Groupon, na área de comércio eletrônico, consegue que desde
grandes corporações, que querem girar seus estoques, até pequenos
empreendimentos com orçamentos de marketing limitados tenham um canal
de venda. O sucesso desta ideia pode ser medido pelo número de clones
que surgiram no mundo. Hoje, estima-se que existem mais de mil sites
semelhantes ao Groupon no globo. No Brasil, já se aproximam de 40.
Apesar do pouco tempo de vida, o Groupon está presente em 30
países, inclusive no Brasil com o nome de Clube Urbano. Atualmente, tem
240 sites em diferentes cidades com 20 milhões de usuários cadastrados.
“O Brasil já é hoje um dos nossos cinco principais mercados, mas
caminha para em breve ser o segundo”, afirma Mason. Isso é fácil de ser
comprovado.
Os sites de compra coletiva saíram do zero em fevereiro
para mais de 5 milhões de visitantes em setembro, segundo estimativas
do Ibope Nielsen Online, que mede a audiência na internet brasileira.
As lojas de varejo online, como Submarino, Walmart e Livraria Saraiva,
recebem em média 24 milhões de internautas por mês. Os sites de compras coletivas já representam cerca de 20% desta audiência em apenas seis meses.
“O brasileiro é o que mais compartilha as promoções por meio das redes
sociais no mundo”, conta o alemão Florian Otto, presidente do Clube
Urbano.
"Velocidade do crescimento surpreendeu"
Julio Vasconcellos > sócio do Peixe Urbano
No primeiro semestre, as vendas online no Brasil movimentaram mais
de R$ 7,8 bilhões, crescimento de 41%. “É um novo modelo de e-commerce
que veio para ficar”, afirma Gerson Rolim, diretor da Câmara Brasileira
de Comércio Eletrônico.
O Peixe Urbano, criado em março, é considerada a maior operação
deste tipo no mercado brasileiro, com mais de um milhão de usuários. “A
velocidade com que as compras coletivas vêm crescendo no Brasil nos
surpreendeu”, afirma Julio Vasconcellos, um dos fundadores do site.
ClickOn e Imperdível são outros sites dos mais usados do gênero no
País, que têm atraído até empresas estabelecidas na internet
brasileira. O site de comparação de preços Buscapé, por exemplo,
comprou o SaveMe, um agregador de ofertas deste tipo de sites no
Brasil. “Esse é um mercado em franco crescimento e não poderíamos ficar
de fora”, diz Romero Rodrigues, presidente do BuscaPé.
O Groupon nasceu de uma necessidade de Andrew Mason. Ele conta que
queria conhecer lugares bacanas na cidade de Chicago, nos Estados
Unidos, onde morava. E, é claro, não gastar muito dinheiro. Era o ano
de 2008 e a eclosão da crise financeira mundial desanimaria muitos
empreendedores. Mas não o jovem Mason, então com 27 anos. Aquele
momento conturbado se revelaria ideal para o Groupon começar.
Ao oferecer promoções diárias com descontos que chegam a
90% em restaurantes, salões de beleza, hotéis, academias, shows,
teatros, o site capturou com rara precisão os anseios e o estado de
espírito de um consumidor mudado pela crise. “As
pessoas se tornaram muito mais cautelosas e menos gastadoras”, disse à
DINHEIRO Martin Lindstrom, autor dinamarquês de A Lógica do Consumo,
escolhido pela revista Time, em 2009, uma das 100 pessoas mais
influentes do planeta.
A ideia deu tão certo que hoje há uma fila de espera de 40 mil
empresas em todo o mundo querendo anunciar no Groupon. O interesse faz
sentido, pois as promoções – que acontecem sempre por 24 horas e são
apenas uma por dia por cidade – têm dado resultado.
Apenas uma oferta feita no dia 19 de agosto deste ano para a
cadeia de lojas de roupas Gap, em 85 cidades nos Estados Unidos, gerou
uma receita estimada de US$ 5,5 milhões. O Groupon fica em média com
50% do total arrecadado por cada promoção. No Brasil, uma oferta de um
restaurante japonês em Campinas, no interior de São Paulo, chamado
ClickSushi, atraiu quase oito mil interessados, gerando uma receita
estimada de R$ 70 mil para o Clube Urbano, que tem mais de 600 mil
usuários cadastros no País. Essa é uma das vantagens do Groupon.
Seu modelo de negócios é claro e eficiente, ao contrário de muitas
companhias de internet que surgiram nos últimos anos, como o serviço de
microblog Twitter e o site de vídeos YouTube, comprado por US$ 1,6
bilhão pelo Google.
É por esse motivo que o seu modelo é amplamente copiado. Mason, no
entanto, parece não se incomodar. “Continuar inovando é uma obsessão
para nós”, afirma. Para ele, a demanda das empresas tem sido muito
maior do que o Groupon pode suportar atualmente. Isso explica o grande
número de concorrentes.
Para resolver esse problema, o Groupon está testando um modelo de
ofertas personalizadas, que vai permitir à empresa oferecer um número
maior de promoções diferentes em um mesmo dia, em uma mesma cidade.
Outro caminho está na divisão de grandes cidades, com diferentes
ofertas para cada região. “Somos a empresa que finalmente abriu as
portas do comércio eletrônico para milhares de pequenos negócios
locais. E estamos apenas no começo”, afirma. É verdade. Você ainda vai
ouvir falar bastante de Andrew Mason.
Fonte: Isto É Dinheiro
A falta de dinheiro é tida como um fator altamente estressante e um
dos grandes responsáveis por discussões, separações de casais, sócios,
amigos. Isso acontece com você com frequência? Lembre-se: se você faz o
que sempre fez, terá sempre o mesmo resultado. Em outras palavras: você
quer conseguir algo que nunca conseguiu? Vai ter que fazer algo que
nunca fez.
Quantas vezes você foi vítima da falta de dinheiro? Ou teve algum conhecido, familiar, amigo que passou por isso? Parece mais comum do que se imagina.
Se você neste momento está vivendo esta situação, a boa notícia é que tem saída. Como? Vamos lá!
Primeiro passo: respire fundo e veja-se, projete-se num futuro próximo, já zerado de dívidas. Consegue fazer isso? O que você estará vendo, ouvindo e sentindo quando não dever mais nada a ninguém? O estará se dizendo? E outras pessoas próximas, como perceberão esta nova situação?
O primeiro passo já foi dado. Agora, pergunte-se: para que você quer zerar suas dívidas? O que isso trará de bom para você? Isso é importante pois lhe dará motivação, quer dizer: motivos para a ação!
E realizando isso, como você se tornará uma pessoa melhor? Que qualidades terá esta nova pessoa que não deve mais a bancos, cartões, cheques especiais?
Levante todas as qualidades que você terá e o faça de forma que seja bem atraente, o suficiente para você querer muito chegar lá. O que você vai ganhar? Liste todos os ganhos que vierem em sua mente.
E qual será seu investimento? Como vai lidar com as novas situações? O que fará quando for convidado a uma viagem que não fará para poupar? Projete-se aprendendo a lidar com essas novas situações. Se for muito complicado para você, verifique se você conhece alguém que passou por isso e pergunte ou observe o que essa pessoa fez. Aprenda com o exemplo dos outros. Acima de tudo, sinta-se merecedor de uma vida financeira saudável.
Aprenda a pensar que esta situação pode ser uma grande oportunidade de mudar radicalmente o seu modo de pensar em relação ao dinheiro. Se você é daquelas pessoas que sempre viu o dinheiro como algo sujo, difícil, comece a questionar este pensamento. Pode inclusive procurar um terapeuta em PNL para ajuda-lo a expandir esta crença, atualiza-la. Você conhece pessoas que tem muito dinheiro, são honestas e felizes? Contra exemplos ajudam a mudar crenças limitantes. Saiba, entretanto, que elas são "mascaradas", não identificáveis facilmente. São a parte mais inconsciente de nosso processamento. E por isso necessitam, algumas vezes de ajuda externa.
Qual será o seu primeiro passo? Está bem especificado? E se falhar? O que pode fazer neste caso? Plano B? Depende somente de você?
Conheço pessoas que abdicaram do carro para pagar dívidas de cartões de crédito, cheque especial. Solução inteligente que promove reflexos imediatos. Saiba qual é o seu limite! Fique um determinado tempo sem comprar roupas, livros, coisas das quais pode viver sem. Promova um final de semana sem gastos financeiros e com ganhos emocionais.
Conheço pessoas que passam por situações financeiras delicadas mas recuperam-se rapidamente. Outras permanecem anos endividadas, acostumam-se a sempre adiarem seus projetos, não sentem-se merecedoras de sucesso.
Finalmente, saiba que toda mudança começa em nossa mente. Mude a maneira de pensar em relação ao dinheiro. É mais fácil e acessível do que você pode imaginar. Aceita uma sugestão? Trace agora suas metas para "curar" sua vida financeira. Em menos tempo do que imagina, estará usufruindo de prosperidade!
Fonte: Administradores
Educação Financeira
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Quantas vezes você foi vítima da falta de dinheiro? Ou teve algum conhecido, familiar, amigo que passou por isso? Parece mais comum do que se imagina.
Se você neste momento está vivendo esta situação, a boa notícia é que tem saída. Como? Vamos lá!
Primeiro passo: respire fundo e veja-se, projete-se num futuro próximo, já zerado de dívidas. Consegue fazer isso? O que você estará vendo, ouvindo e sentindo quando não dever mais nada a ninguém? O estará se dizendo? E outras pessoas próximas, como perceberão esta nova situação?
O primeiro passo já foi dado. Agora, pergunte-se: para que você quer zerar suas dívidas? O que isso trará de bom para você? Isso é importante pois lhe dará motivação, quer dizer: motivos para a ação!
E realizando isso, como você se tornará uma pessoa melhor? Que qualidades terá esta nova pessoa que não deve mais a bancos, cartões, cheques especiais?
Levante todas as qualidades que você terá e o faça de forma que seja bem atraente, o suficiente para você querer muito chegar lá. O que você vai ganhar? Liste todos os ganhos que vierem em sua mente.
E qual será seu investimento? Como vai lidar com as novas situações? O que fará quando for convidado a uma viagem que não fará para poupar? Projete-se aprendendo a lidar com essas novas situações. Se for muito complicado para você, verifique se você conhece alguém que passou por isso e pergunte ou observe o que essa pessoa fez. Aprenda com o exemplo dos outros. Acima de tudo, sinta-se merecedor de uma vida financeira saudável.
Aprenda a pensar que esta situação pode ser uma grande oportunidade de mudar radicalmente o seu modo de pensar em relação ao dinheiro. Se você é daquelas pessoas que sempre viu o dinheiro como algo sujo, difícil, comece a questionar este pensamento. Pode inclusive procurar um terapeuta em PNL para ajuda-lo a expandir esta crença, atualiza-la. Você conhece pessoas que tem muito dinheiro, são honestas e felizes? Contra exemplos ajudam a mudar crenças limitantes. Saiba, entretanto, que elas são "mascaradas", não identificáveis facilmente. São a parte mais inconsciente de nosso processamento. E por isso necessitam, algumas vezes de ajuda externa.
Qual será o seu primeiro passo? Está bem especificado? E se falhar? O que pode fazer neste caso? Plano B? Depende somente de você?
Conheço pessoas que abdicaram do carro para pagar dívidas de cartões de crédito, cheque especial. Solução inteligente que promove reflexos imediatos. Saiba qual é o seu limite! Fique um determinado tempo sem comprar roupas, livros, coisas das quais pode viver sem. Promova um final de semana sem gastos financeiros e com ganhos emocionais.
Conheço pessoas que passam por situações financeiras delicadas mas recuperam-se rapidamente. Outras permanecem anos endividadas, acostumam-se a sempre adiarem seus projetos, não sentem-se merecedoras de sucesso.
Finalmente, saiba que toda mudança começa em nossa mente. Mude a maneira de pensar em relação ao dinheiro. É mais fácil e acessível do que você pode imaginar. Aceita uma sugestão? Trace agora suas metas para "curar" sua vida financeira. Em menos tempo do que imagina, estará usufruindo de prosperidade!
Fonte: Administradores
Um interessante artigo que pode dar o que falar, confiram:
Compras coletivas (ou clubes de desconto) são a mais recente febre da internet, recente e contagiosa, atraindo atenção inclusive de gigantes da internet mundial como o Facebook.
Clubes de desconto mexem com um impulso natural do ser humano: o de aproveitar grandes oportunidades. Mas o que faz de uma oferta uma grande oportunidade? Não seria talvez a raridade, a dificuldade de se encontrar outra parecida?
A febre se espalhou, sites de compras coletivas pipocaram nos quatro cantos do mundo e as ofertas se multiplicaram. Grandes oportunidades deixaram de chamar muita atenção, pois elas aparecem a todo momento. A enxurrada de ofertas contaminou a novidade, e hoje vemos nossas caixas de e-mail lotadas de ofertas que deixam de ser interessantes simplesmente por serem muitas.
A verdade é que existe um paradoxo nos clubes de desconto: eles fazem muitas pessoas gastarem mais. A grande oportunidade ocorre quando algo que se precisa ou se quer muito é oferecido a um preço muito bom. A excitação porém inverte o sentido das coisas. Primeiro vem o preço bom, e então tentamos nos convencer de que a oferta é algo que precisamos ou queremos muito.
Sem dúvida, clubes de desconto permitiram a muitos o acesso a bens e serviços sofisticados por preços muito reduzidos e isto é inegavelmente bom. Mas a excitação pode sair cara.
Uma grande dica para se gastar menos e otimizar um orçamento doméstico é: ao se deparar com a tentação de um grande gasto supérfluo espere um mês. Se após um mês continuar achando o gasto justificável, permita-se gastar. Acontece que promoções de compra coletiva vencem em dois ou três dias. Por que será?
Fonte: Dinheiro e etc
Olá caros empreendedores, estamos aqui para falar de um assunto
muito importante no mundo dos negócios. Sua Marca Pessoal. É
simplismente a chave para o sucesso, muitos empreendedores ainda estão
perdido a respeito disso, querem sucesso, dinheiro, liberdade,
mais eles simplismente conhecem o caminho e não sabem como se guiar
nele. Mais vou fazer você dar o primeiro passo e ficar bem interado no
assunto, assim como eu fiquei.
Empreendedorismo,
Liderança,
Marketing
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Vou
comentar aqui uma experiência que aconteceu comigo e me ''clareou''. Eu
sempre fui apaixonado por perfumes, desde pequeno. Minha mãe tinha
muitos e eu ficava durante muito tempo escolhendo a melhor fragância e
adorava quando alguém dizia que eu estava cheiroso.
Na
verdade os perfumes tem esse poder e entao eu peguei fama durante minha
adolescência como um rapaz bem perfumado e por ai vai. Se analisarmos
bem, algo que eu sou apaixonado me fez tornar referência no assunto
para as outras pessoas. E é ai onde eu quero chegar.
Qual
sua paixão? Você ama seu trabalho? Acorda todo dia bem cedo e diz: 'Ah,
não vejo a hora de começar a trabalhar'. Não? Bem é melhor parar um
pouco e pensar no que realmente esta em seu DNA. O que é preciso que
você saiba é que de nada adianta começar um negócio se não tiver amor
pelo que faz. Paixão é tudo.
O que você deve fazer:
- Identifique sua Paixão: Tente identificar o que você adoraria fazer e não pense no dinheiro, este virá como consequência.
- Ponha em Prática: Faça com que as pessoas saibam o que você mais ama e tem vontade de fazer. Existem vários meios de fazer com que isso aconteça: Blogs, Videologs, Youtube, entre vários.
- Seja Autêntico: Nada de cópias, tenha influências mais não tente fazer da mesma forma que outros fizeram. Faça o seu caminho.
Esses três tópicos, bem
resumido, já te deu uma idéia de como começar e isso é muito
importante. Toda caminhada exige um passo de cada vez, e não espere ter
sucesso da noite pro dia. É preciso muito trabalho e dedicação, só
assim é possível obter o sucesso tão almejado.
''Dois caminhos divergiam em uma floresta de outono , E eu, eu escolhi o menos percorrido, E isto fez toda a diferença'' Robert Frost
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Não é como luz ou telefone, que são implacavelmente cortados. Não vai aparecer no dia seguinte nenhum cobrador ou oficial de justiça, e o seu nome também não vai ser protestado em cartório no mês que vem. Mas lá na frente, o preço a pagar poderá ser devastador para a sua empresa.
“Estar presente na internet não é mais opcional”, garante o gerente de marketing para pequenas e médias empresas da Microsoft, Maurício Ferreira. Na quinta reportagem da série Soluções de Sucesso, ele aborda com exclusividade para o Empreendedores as áreas essenciais da internet em que todo e qualquer dono de uma pequena empresa precisa atuar. Por isso, leia os cinco itens a seguir e confira se você está no caminho certo.
Um site, é claro
Ter um site é o primeiro passo. Muitas pequenas empresas já têm. O problema é que frequentemente esses sites não passam de um cartão de visitas na tela do computador, que não atrai o interesse de ninguém. Afinal, quem entra em um site apenas para ler “quem somos”? Isso acontece porque geralmente o empresário se sente apenas na obrigação de dizer que está na Web, tenta economizar e pede ajuda para aquele sobrinho que “manja muito de computador” fazer o site.
Esse tempo acabou. É preciso ser profissional e oferecer conteúdo para que a visita ao site valha a pena tanto quanto entrar na sua loja. Quanto mais tempo ele ficar, mais chances de ele comprar.
“Hoje em dia, muitas pessoas podem até não fazer uma aquisição pela internet, mas todos a procuram antes de tomar a decisão”, explica Ferreira. Fazer um site profissional, no entanto, não quer dizer que ele deva ser complexo, cheio de efeitos especiais. “Seja simples, porém eficiente”, aconselha o especialista da Microsoft.
Ele afirma que quanto mais complicado a ferramenta, mais difícil atualizar o site e mais dependente o empreendedor fica de um técnico. “Às vezes, pode demorar dias ou semanas para mudar o preço de um produto ou fazer uma promoção, porque o empresário não consegue fazer sozinho”, exemplifica Ferreira.
Loja virtual
Que é cada vez maior o número de brasileiros que fazem suas compras pela internet, todo empreendedor já sabe. Mas por que, então, apenas 20% das transações online são geradas por micro e pequenas empresas? Afinal, elas representam 98% de todas as companhias do país e respondem por mais da metade dos empregos formais. Algo não bate nessa conta. Um dos motivos parece ser a percepção de que o custo de uma loja virtual e a complexidade técnica de algo tão novo afugentam os empreendedores.
De fato, isso é verdade. Só que esse é um caminho que não tem mais volta. Se você não planejar e investir nisso, vai ser como aquela Darf não paga.
Ferreira tem um ótimo argumento. “Na internet, sua loja tem o tamanho do monitor do seu cliente”, diz ele. “E ela é tão grande quanto a de uma multinacional.” Segundo ele, isso confere ao pequeno negócio condições de igualdade com a concorrência, pois nela cabem o mesmo número de consumidores. “Se você é bom no que faz e quer ampliar sua empresa, a plataforma online é o jeito mais eficiente”, diz ele. “E com apenas uma loja a mais.”
Ferreira afirma, porém, que é preciso tomar cuidado com dois pontos essenciais. A primeira é a segurança. É absolutamente imprescindível certificar-se de que seu sistema garanta a segurança da transação, para você e para o consumidor. A segunda é logística. De nada adianta fazer uma venda se o produto não chega ou atrasa demais. “Pior do que cobrar o frete do consumidor, é não entregar”, alerta Ferreira. “Por isso, um bom parceiro logístico é fundamental.”
O boca-a-boca das mídias sociais
Se a sua loja é virtual, em que rua ela fica? Bem, rua em internetês é http. O que vem depois é seu endereço. Mas onde quer que seu comércio eletrônico esteja instalado, sua rua cruza ou é paralela das Avenidas Facebook, Twitter, Messenger, Orkut e está perto da nova Praça Google+.
É por essas vias que seus clientes passam todos os dias. Sim, é outro mundo. Nelas cabem centenas de milhões de pessoas. E, ao mesmo tempo, tem o tamanho da tela do seu computador.
Deu para entender por que você tem que usar as chamadas redes sociais? É o mais poderoso boca-a-boca que já existiu. “Essas ferramentas integram as pessoas e fazem com que elas sejam os maiores divulgadores do seu serviço ou produto”, afirma Ferreira.
Segundo ele, antes o marketing estava nas mãos do empresário. Hoje quem faz é o consumidor. “Você pode ter 20 mil seguidores no Twitter, mas um deles pode ter 100 mil”, diz ele, exemplificando o efeito-dominó que a opinião de um cliente pode gerar. É incontrolável e infinito. Ferreira recomenda, porém, não começar com todas as mídias sociais ao mesmo tempo, e ir aprendendo a tirar proveito delas aos poucos.
Você sabe o que é SEO?
Se você nunca ouviu falar dessas três letrinhas, não fique chateado. Você não está sozinho. Em português claro, essa sigla em inglês representa a técnica de como fazer um site aparecer com mais destaque nas ferramentas de busca, como o Google. E isso é mais um trabalho para você. Muitos empreendedores se queixam de que fizeram tudo direitinho: um site simples e eficiente, um comércio eletrônico seguro e pontual, e muitas horas nas mídias sociais. Mesmo assim, o número de acessos ao seu site é menor do que esperava.
Por quê?
Porque, de cada quatro acessos a qualquer site brasileiro, em média três deles vêm de ferramentas de busca. Ou seja, sua empresa na internet pode ser muito boa, mas você poderia aumentar muito mais o número de cliques no seu site se sua empresa aparecesse na primeira página das pesquisas que as pessoas fazem. Afinal, se você mal passa da primeira página quando faz uma pesquisa, por que seu cliente faria? Por isso, sua empresa tem que aparecer na frente das outras.
E isso se faz com SEO, algo que você pode fazer sozinho, fuçando em ferramentas como o Google Analytics, mas pode contratar empresas especializadas, como a Mint ou a Gabbay. Você vai aprender que não se escreve em um site o que se gostaria, mas o que as pessoas estão digitando ao fazer suas buscas. Nesse aspecto, o cliente sempre tem razão. Por isso, agradeça aquele sobrinho que “manja muito de computador”, dê um presente para ele, esqueça sua opinião e escreva o que o seu cliente está procurando.
Computação na nuvem
Tudo que você leu até agora estava direcionado a como cativar clientes. Mas a internet não é – e nunca foi – só para isso. Quanto mais rápidas ficam as conexões, mais lógico se torna usá-la para tudo. Assim, nasceram naturalmente os serviços online. Não tem coisa melhor que receber um e-mail no trabalho e respondê-lo em casa ou em uma viagem sem precisar levar o computador? É o que se faz há anos com o Hotmail ou com o Gmail, e nunca ninguém se dá conta, tão natural e confortável que é.
O mesmo se faz hoje em dia com todo o resto, e serviços online ou computação na nuvem são sinônimos. Em vez de comprar programas (ou pirateá-los, que é uma prática contumaz no Brasil), é possível alugá-los online. “É mais difícil para pequenas empresas investir em softwares, mas há soluções a partir de 10 dólares por mês, e algumas são grátis”, diz Ferreira.
Nada fica instalado no seu computador, e tudo funciona desde que haja uma conexão com a internet. “Estamos em uma fase de desburocratização de tecnologia”, afirma ele, que cita a própria Microsoft como geradora de vários serviços de gestão de relacionamento com o cliente, o chamado CRM ou de segurança e gerenciamento do computador. Você pode até ter uma intranet assim, que pode ser acessada de qualquer lugar, o que pode e vai fazer de sua fábrica, escritório ou loja um lugar mais lucrativo, seguro e inovador.
Fonte: Blog dos Empreendedores
Há muito tempo, um grande guerreiro se viu diante de uma circustância em que era necessário tomar uma decisão que garantisse a vitória no campo de batalha. Devia lançar seu exército contra um poderoso adversário, que contava com tropas muito mais numerosas. Embarcou seus homens em navios e velejou rumo ao país inimigo. Lá, desembarcou soldados e equipamenrtos e deu a ordem de queimar os navios em que tinham viajado.
Dirigindo-se aos seus homens, antes da primeira batalha, disse:
- Vocês estão vendo os navios em chamas. Isso significa que só sairemos daqui vivos daqui se vencermos! Agora, não temos escolha. É vencer ou morrer!
Eles venceram.
Quem quiser ter sucesso em uma empreitada precisa queimar os navios e cortar todas as possibilidades de bater em retirada. Somente assim conseguirá manter esse estado de espírito conhecido como DESEJO ARDENTE DE VENCER, essencial ao sucesso.
Todo ser humano que atinge a idade de começar a entender para que serve o dinheiro quer tê-lo. Mais querer, somente, não traz riquezas. No entanto desejar riquezas com um estado de espírito que se torne uma idéia fixa, planejar meios e modos definidos para conquistá-las e basear esses planos em uma persistência que não admita o fracasso - isso, sim, trará riquezas.
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Saiba como Alberto Saraiva tornou-se um dos maiores empreendedores do país e aprenda com seus acertos
São Paulo - Filho de imigrantes portugueses, Alberto Saraiva sonhava em ser médico. Depois de três anos de curso preparatório, conseguiu uma vaga na graduação da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Mas, no primeiro ano do curso, um trágico incidente o desviou de seu rumo.
“Meu pai se mudou para São Paulo e comprou uma padaria na Freguesia do Ó. Poucos meses depois, a padaria foi assaltada e ele faleceu durante o episódio. Tive que trancar a faculdade para assumir o lugar dele. Era a pior padaria do mundo”, conta Saraiva. A solução para salvar o negócio? Vender pão barato, muito mais barato que a concorrência.
Foi com este modelo que ele fundou negócio atrás de negócio – foram botecos, cantinas, pizzarias e pastelarias – e vendeu negócio atrás de negócio, até acertar em cheio com a bandeira Habib´s e guardar definitivamente na gaveta o diploma de médico, que fez questão de receber, apesar de nunca ter exercido a profissão.
Foi com a mesma estratégia que ele transformou comida árabe em fast food, destacando-se da concorrência pela estratégia agressiva de preço. “Quando inaugurei o Habib´s, determinei que três esfihas custariam o preço de um cafezinho. E é assim até hoje. Com o preço de um combo do fast food concorrente, você come 20 esfihas do Habib’s”, gaba-se.
“Eu estava abrindo um restaurante na Rua Lins de Vasconcelos e ele, com 78 anos, veio me pedir um emprego de cozinheiro. Disse que não aguentava a mulher buzinando no seu ouvido o dia inteiro”, relembra. Saraiva garante que sempre aprendeu a fazer todos os pratos servidos em seus restaurantes. “Aprendi desde cedo que tinha que saber como funcionava tanto a parte da frente quanto a parte de trás do negócio”, diz.
Recentemente, o bolinho de bacalhau também foi introduzindo no menu. Outro sucesso imediato. Sem medo de errar, Saraiva recheou cada vez mais o cardápio e multiplicou as fontes de receita da rede, que conta com mais de 340 unidades abertas e fatura R$ 900 milhões ao ano.
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Alberto Saraiva, fundador do Habib's: negócio da rede é preço baixo e alto volume
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“Meu pai se mudou para São Paulo e comprou uma padaria na Freguesia do Ó. Poucos meses depois, a padaria foi assaltada e ele faleceu durante o episódio. Tive que trancar a faculdade para assumir o lugar dele. Era a pior padaria do mundo”, conta Saraiva. A solução para salvar o negócio? Vender pão barato, muito mais barato que a concorrência.
Foi com este modelo que ele fundou negócio atrás de negócio – foram botecos, cantinas, pizzarias e pastelarias – e vendeu negócio atrás de negócio, até acertar em cheio com a bandeira Habib´s e guardar definitivamente na gaveta o diploma de médico, que fez questão de receber, apesar de nunca ter exercido a profissão.
Confira a seguir algumas lições que podem ser tiradas da trajetória de sucesso de Saraiva e aplicadas ao seu negócio:
1. Encontre um diferencial
Em todos os negócios que montou, Saraiva apostou na mesma fórmula: vender barato e vender muito. “Para salvar a padaria, vendia o pão 30% abaixo da tabela da Sunab. Em pouco tempo tinha fila de padeiros na porta querendo comprar o meu pão para revender”, relembra.Foi com a mesma estratégia que ele transformou comida árabe em fast food, destacando-se da concorrência pela estratégia agressiva de preço. “Quando inaugurei o Habib´s, determinei que três esfihas custariam o preço de um cafezinho. E é assim até hoje. Com o preço de um combo do fast food concorrente, você come 20 esfihas do Habib’s”, gaba-se.
2. Coloque a mão na massa
Antes de abrir a primeira unidade do Habib´s, na Rua Cerro Corá, Alto da Lapa, em São Paulo, Saraiva colocou a mão na massa. Foi com Paulo Abud, cozinheiro de mão cheia que trabalhou durante muitos anos em restaurantes da região da Rua 25 de março - reduto da imigração árabe na cidade -, que Saraiva aprendeu a fazer esfihas.“Eu estava abrindo um restaurante na Rua Lins de Vasconcelos e ele, com 78 anos, veio me pedir um emprego de cozinheiro. Disse que não aguentava a mulher buzinando no seu ouvido o dia inteiro”, relembra. Saraiva garante que sempre aprendeu a fazer todos os pratos servidos em seus restaurantes. “Aprendi desde cedo que tinha que saber como funcionava tanto a parte da frente quanto a parte de trás do negócio”, diz.
3. Não tenha medo de diversificar
Embora o Habib’s tenha nascido como uma rede tipicamente árabe, como o próprio nome denuncia, Saraiva não hesitou em abrir o leque de opções. Itens como o pastel e a pizza – que o empreendedor aprendeu a fazer durante suas experiências anteriores de negócio – e o pastelzinho de Belém – herança da família portuguesa – foram parar no cardápio do restaurante e nunca mais saíram de lá.Recentemente, o bolinho de bacalhau também foi introduzindo no menu. Outro sucesso imediato. Sem medo de errar, Saraiva recheou cada vez mais o cardápio e multiplicou as fontes de receita da rede, que conta com mais de 340 unidades abertas e fatura R$ 900 milhões ao ano.
Fonte: Exame PME
4 Dicas para divulgar seus artigos
Já ouviu falar do marketing do artigo?. É um tipo de marketing de conteúdo em que as empresas escrevem artigos curtos relacionados com suas respectivas indústrias e os tornam disponíveis para a distribuição e publicação no mercado. Cada artigo contém uma caixa de bio e byline que inclui referências e informações de contato para o negócio do autor.
Se você ainda não estiver produzindo artigos, você deve dar-lhes alguma consideração. Conteúdo bem escrito que é liberado para distribuição gratuita têm o potencial de aumentar a credibilidade de uma pequena empresa, bem como atrair novos clientes.
Uma vez que um artigo é escrito e editado, certifique-se que você lê directrizes da submissão para garantir a aprovação oportuna e postagem. Depois disso, o próximo passo é fazer com que as pessoas possam ler seus artigos. Aqui estão quatro dicas sobre como fazer um artigo ir em linha viral:
Mensagens em fóruns de discussão e fóruns.
Trechos Mensagem de seu artigo ou o título do artigo em fóruns e em listas de discussão que são relacionados ao seu mercado-alvo ou foco tópico. Não se esqueça de incluir o seu nome completo e URL do site ou blog onde o artigo está localizado.
Compile artigos em um e-book.
Distribua e-books de seu site, à sua lista de e-mail ou através de uma lista segura - uma sociedade baseada em lista de e-mail freqüentemente usado por comerciantes que permite que você envie seu conteúdo para qualquer pessoa que se inscreveu. Dar aos seus leitores o direito de distribuí-las também. Se seu e-livro está à venda, ofereça a parcela da receita se os seus leitores distribuí-lo à sua lista e vendê-lo. Isso é chamado de um programa de marketing afiliado.
Escreva uma variedade de artigos.
O truque para chegar a uma enorme quantidade de pessoas é criar uma variedade de artigos. Por exemplo, se você quiser promover o seu serviço de relações públicas, você poderia postar conteúdo sobre como escrever um artigo, como chegar a títulos de artigos atraentes, o que é o formato certo e contagem de palavras ideal, como e onde distribuir os artigos, como apresentar a centenas de artigos diretórios dentro do menor espaço de tempo, etc
Adicione uma instrução de divulgação.
Estes devem ir em cada extremidade ou inferior de cada artigo. Eles devem dizer algo como: "Este artigo pode ser reproduzido ou distribuído em sua totalidade em qualquer e-zine, boletim de notícias, blog ou website. O nome do autor, bio e ligações site devem permanecer intatas e ser incluídas com cada reprodução.
Um dos pilares que sustenta a compra coletiva é o apelo à compra por impulso. Os mecanismos utilizados por esses sites são um combinado perigoso para o consumidor mais desatento e, como veremos a seguir, igualmente perigoso para o setor no longo prazo.
As armadilhas para o consumidor
O destaque no anúncio é o produto e um valor - que corresponde ou ao preço cheio ou ao valor do desconto. Como estamos acostumados a ver a cifra ligada ao produto como preço praticado, a nossa mente nos aplica um golpe. Ela nos informa que aquele valor é o preço do produto, ou seja, o ponto de partida para avaliarmos a compra. Quando verificamos que o valor que realmente será pago é bem menor do que aquele que está em destaque, a nossa mente nos aplica outro golpe, nos informando que aquele é um “ótimo negócio”, uma “promoção imperdível”. Para quem termina a avaliação neste estágio e opta pela compra, é tarde: este consumidor provavelmente comprou por impulso. E aí há dois grandes problemas:
- O primeiro deles é saber se o preço com desconto, ainda que bastante inferior ao preço cheio, vai caber no bolso ou não. Essa análise fica comprometida porque o ponto de partida da avaliação é ou preço cheio ou o desconto e não a disponibilidade financeira;
- O segundo ponto é avaliar se o cliente terá condições de usufruir do produto ou serviço dentro do prazo estipulado e das condições impostas pelo anunciante. O preço pode ser tão atraente que os detalhes da compra (as famosas “letrinhas miúdas”) são ignorados.
Por exemplo, o valor da compra ficou em R$ 90,00 - você já está feliz da vida porque ganhou um desconto de R$110,00. Na hora de finalizar a compra, você vê na tela a cifra de, digamos R$30,00. Pronto! A sensação é de que você fez o verdadeiro “negócio da china”. Como se isso já não bastasse, existe ainda o fator tempo. Todos os sites de compra coletiva colocam em destaque um relógio em contagem regressiva.
Ora, contagem regressiva para nós significa ter um prazo para terminar algo e, por isso mesmo, nos coloca sob pressão e abre espaço para a ansiedade. Nossa cabeça nos aplica outro golpe: sempre que estamos sob o efeito de uma contagem regressiva, nossa mente nos coloca em modo de ação para terminarmos a tarefa a tempo.
Desistir, na maioria dessas situações, não é uma alternativa, assim como manter a calma e “perder” algum tempo com avaliações também não. Se deixarmos a cabeça tomar conta, terminamos a tarefa, que nesse caso é finalizar a compra. Outra questão bastante relevante aqui é o tempo de espera entre a aquisição e a utilização do produto ou serviço.
Salvo raras exceções, o consumidor não usufrui imediatamente da compra. É preciso esperar a promoção começar a vigorar ou esperar até que o produto seja entregue. Para quem compra por impulso ou por compulsão, o efeito da espera é mais ou menos o de não ter comprado nada. A recompensa não é imediata, o que acaba levando esse consumidor a efetuar novas compras para diminuir a sensação de desconforto.
Parece que a fórmula mágica para vender (e muito!) finamente foi descoberta
Como eu já disse aqui, as participações em promoções de sites de compra coletiva funcionam mais como um investimento do que como uma forma de incrementar os lucros, se olhada a ótica do empresário. Portanto, o retorno esperado é que o consumidor conheça o seu produto ou serviço e tenha uma experiência positiva que o faça retornar ao seu estabelecimento, mesmo se tiver que pagar pelo preço cheio.
Se o que faz o consumidor chegar ao seu estabelecimento é um mecanismo que direta ou indiretamente contribui para o endividamento, a história muda. Possivelmente, esse indivíduo mais desavisado não terá poder de compra para tornar-se um cliente fiel. E essa talvez seja a grande fragilidade do sistema de compras coletivas.
Trocando em miúdos, a arquitetura desses sites é o famoso “tiro no pé” no médio e longo prazo, já que não consegue atrair clientes potenciais na mesma proporção em que atrai consumidores que estão com os “dias contados”. Ora, tanto o consumidor que compra por impulso, quanto o consumidor compulsivo tem uma “vida útil”, digamos assim, muito mais curta do que a de um consumidor consciente.
O poder de compra do consumidor compulsivo está diretamente ligado à disponibilidade de crédito ou à ilusão de estar fazendo um bom negócio. Não é preciso dizer que essas são bases frágeis, que inevitavelmente levarão ao endividamento. E consumidor endividado não consegue comprar nem com desconto, nem sem desconto.
foto: sxc.hu. Fonte: Dineheirama
Antes de prosseguir com o tema principal desse artigo, é importante deixar claro que tornar-se uma pessoa rica ou, em outras palavras, conquistar a tão propalada independência financeira não significa somente ter uma alta renda mensal. Falo isso porque noto que muitos são (erroneamente) considerados ricos devido ao alto nível de consumo que esbanjam. Entretanto, se essa alta renda não se converter em patrimônio ao longo do tempo, a riqueza será apenas momentânea. Uma falsa riqueza.
Retomo, então, o raciocínio de que tornar-se independente financeiramente é um processo. Assim, apresento nos próximos tópicos cinco etapas que julgo importantes na construção de um sólido planejamento financeiro.
1) Etapa do convencimento pessoal
Convencer a si de que é possível e preciso mudar a vida financeira para melhor é um dos grandes problemas daqueles que hoje não vislumbram qualquer possibilidade de acumular riqueza. A forma como muitas pessoas pensam o dinheiro é uma das principais causas de insucesso da administração financeira pessoal. Para ser rico no futuro é preciso pensar como tal desde já. É necessário convencer-se de que, independentemente de quanto se ganha, é possível planejar a vida financeira de maneira racional e conquistar objetivos que parecem distantes.
2) Etapa do conhecimento financeiro
Depois de reconhecer a importância da educação financeira, vem a necessidade de conhecer alguns conceitos financeiros básicos para a construção da riqueza. Compreender a diferença de balanço patrimonial e fluxo de caixa, por exemplo, é essencial – tais conceitos trazem consigo a essência do sucesso financeiro.
Para isso, é preciso buscar boas fontes de informação que permitam a você e sua família terem noções básicas sobre finanças, que as auxiliarão nas tomadas de decisão do dia a dia. Saber controlar suas receitas e despesas, em uma planilha simples, também faz parte dessa etapa.
3) Etapa da definição de objetivos
Como as finanças pessoais, em grande parte, dependem de um bom planejamento, a ausência de objetivos geralmente traz consequências danosas. Será muito difícil uma pessoa abrir mão de consumir algo hoje, se não encontrar inspiração no ato de poupar. Uso a palavra inspiração porque os objetivos nos fazem ter atitudes mais racionais, à medida que minhas ações de restrição hoje estão amparadas em conquistas maiores no futuro. Ter metas é fundamental para que você se motive a guardar dinheiro.
4) Etapa da mudança de hábitos
Depois de se convencer que é preciso mudar a forma de lidar com seu dinheiro, ter adquirido conhecimentos financeiros básicos e definidos os objetivos, é necessário colocar uma mudança de hábitos em prática.
Isso significa conseguir viver dentro de suas possibilidades financeiras (padrão de vida), eliminando gastos supérfluos e o pagamento de juros de financiamentos e empréstimos, além de incorporar uma visão proativa em relação às oportunidades que o mercado lhe oferece. Em poucas palavras, essa etapa significa colocar o seu planejamento em prática, diariamente. A palavra-chave é: disciplina.
5) Etapa dos investimentos
A sobra de dinheiro advinda de sua renda deve ser investida em ativos que façam aumentar seu patrimônio. Isso pode ser feito investindo em negócio próprio, no mercado imobiliário ou em produtos financeiros, como fundos de investimentos, títulos do governo, ações de empresas etc.
Note que saber investir é apenas parte de um processo de enriquecimento. Todavia, vejo muitas pessoas que se interessam por saber como investir seu dinheiro, mas que pecam em colocar em prática as outras etapas. E não é só isso! Devido à grande gama de possibilidades de investimentos, as pessoas se sentem confusas nesse emaranhado de informações e acabam optando pelas alternativas mais simples e cômodas, decisão que geralmente não é acompanhada de uma boa rentabilidade.
Concluindo, a intenção desse artigo não foi a de encarar a administração das finanças pessoais como algo complexo, mas identificar algumas etapas que devem ser levadas em consideração. Quanto mais energia e reflexão forem canalizadas para essas questões, maiores serão suas chances de cumprir com o que foi planejado.
Fonte: Dinheirama
| Getty Images / Scott Olson/ |
Mas o site de compras coletivas não está sozinho no clube das startups bilionárias. Segundo um levantamento do Wall Street Journal, dez jovens empresas de tecnologia ultrapassaram a marca de US$ 1 bilhão de valor ao longo dos últimos dois anos. A lista inclui nomes já bem conhecidos do grande público, como o Twitter, fundado em 2006, e o Facebook, criado em 2004, mas também traz estreantes que, com menos de cinco anos de vida, já fazem parte deste seleto grupo. Saiba quem são elas:
- Groupon (2008)
- Living Social (2007)
Oferecendo um “super” desconto de até 90% ao dia, em bares, restaurantes e teatros, a LivingSocial foi avaliada recentemente em US$ 3,5 bilhões. Movimentando US$ 1 bilhão ao dia em ofertas, a companhia deve ultrapassar US$ 1 bilhão em receita ainda este ano.
- Zynga (2007)
- Better Place (2007)
- Gilt Groupe (2007)
Especialista na oferta de descontos em roupas e acessórios de luxo online, o clube de compras Gilt Groupe foi fundado por um time de peso da internet, incluindo o co-fundador da agência de marketing digital Doubleclick, Kevin P. Ryan; uma das primeiros executivas do eBay, Alexis Maybank; e da executiva de merchandising das marcas Louis Vuitton e Bulgari, Alexandra Wilkis Wilson. A companhia levantou US$138 milhões em investimentos no início deste ano, rodada que elevou seu valor de mercado para US$ 1 bilhão – embora o negócio ainda esteja no prejuízo.
Fonte: Exame PME
Fonte: Exame PME
De acordo com Techcrunch, a startup foi comprada por US$ 100 milhões, sendo US$ 82 milhões em ações da Quepasa e US$ 18 milhões em dinheiro.
Cook, hoje com 21 anos, fundou a empresa aos 15 anos de idade junto com o irmão David, de 16 anos. O site atraiu investimentos de US$ 17 milhões.
Voltada ao público adolescente, a rede social registra mais de 1,2 bilhão de pageviews mensais e faturou US$ 23,7 bilhões em 2010.
Segundo o CEO da Quepasa, John Abbott, a aquisição do myYearbook dobrará a atual base de clientes da empresa e deverá impulsionar seus jogos sociais e móveis. Combinadas, as duas propriedades acumulam mais de 70 milhões de usuários registrados.
Fonte: Exame PME
O Empreendedores completa hoje dois anos de existência dedicado a ajudar os donos de micro e pequenas empresas a se preparar para atingir o sucesso.
Você é um dos mais de 1,1 milhão de leitores que nesses 730 dias leram reportagens diárias, de domingo a domingo, deixando mais de 5 mil comentários. Com base nessa experiência, a equipe do blog detectou cinco aspectos do empreendedorismo que merecem atenção especial de qualquer pessoa que tenha ou pretenda abrir seu próprio negócio. Para comemorar o aniversário e com o objetivo de fornecer algo que se aproxime de uma receita de sucesso, começamos com este post uma série de reportagens intitulada Soluções de Sucesso, com o que consideramos os cinco principais passos para você atingir sua meta. São os seguintes:
Planejamento
Sabe por que Ayrton Senna era imbatível na chuva? Sim, claro que ele era talentosíssimo. Mas desde garoto, quando corria no kart, ele ia para a pista quando começava a chover. Enquanto outros voltavam para casa, ele ia treinar debaixo do temporal. O mesmo exemplo vale para o empreendedor. Muita gente abre logo a empresa, começa a trabalhar, mas não se prepara para isso, confiando apenas no talento. Elaborar um plano de negócios é essencial para atingir o sucesso. Afinal, como alcançar um objetivo se nem você sabe qual é?
Recursos Humanos
A sua empresa pode ser muito pequena. Pode ter apenas um funcionário. Mas toda viagem, por mais longa que seja, começa com o primeiro passo. Você pode ser o patrão, mas, acredite: um funcionário pode destruir a sua empresa. E a culpa é dele? Não, é sua. Por isso, o empreendedor precisa ler, pesquisar e aprender mais sobre liderança. Existem técnicas para seleção de colaboradores, e não se pode contratar alguém apenas porque você “foi com a cara” dele. Foi-se o também o tempo em que o chefe mandava e o empregado obedecia sem pestanejar nem reclamar. Hoje em dia, é preciso conquistar os corações e mentes para motivar a sua equipe. E se você fez direitinho o planejamento do seu negócio, você saberá aonde quer chegar e poderá cobrar objetivos dos seus funcionários.
Atendimento ao cliente
Se você contratou, treinou e motivou seus colaboradores, o bom atendimento ao cliente será uma consequência quase natural. Hoje em dia, com tantos produtos aparentemente parecidos e preços muito próximos, o que pode fazer toda a diferença é como o consumidor se sente no seu estabelecimento. Da mesma forma que os funcionários precisam se sentir bem tratados, o cliente também considera isso essencial – mesmo que nem se dê conta disso. Consciente de seus direitos, ele não quer ter a sensação de que tudo que você quer dele é o seu dinheiro. Para isso, também existem técnicas e o empresário tem que ler, pesquisar e acompanhar as tendências.
Internet
Muita gente ainda tem muita resistência às novas tecnologias de comunicação. Não é para menos. A cada dia surgem novos equipamentos, aparelhos, softwares e mídias sociais. Quando você se acostuma com uma coisa, aparece outra que todo mundo parece adorar – menos você. Afinal, se já dá tanto trabalho tocar o negócio no mundo real, como arrumar tempo para administrá-lo no virtual? É verdade. Mas não tem outro jeito. Estar na internet não é mais uma opção, um diferencial, mas sim uma necessidade. O lado bom disso é que vale a pena. Lembre-se de que, na tela do computador, sua empresa tem o mesmo tamanho de uma multinacional. Além disso, a internet faz parte do atendimento ao cliente simplesmente porque ele está lá.
Gestão financeira
Você sabe o que é margem de contribuição? E apuração de resultados? E ponto de equilíbrio? Uma grande quantidade de empreendedores nunca ouviu falar dessas expressões. E isso é um problema. Finanças e contabilidade são como chuva para muitos pilotos. Mas se você quiser ser um Ayrton Senna no seu ramo, precisa aprender. Mesmo com um negócio bem planejado, com uma equipe motivada e com muitos clientes satisfeitos, sua empresa pode ir por água abaixo sem uma boa gestão financeira. Quando malfeita, ela é uma bomba-relógio. Aquilo que parece lucro pode ser na verdade prejuízo.
Fonte: Blog dos Empreendedores
Monitoramento
Torres sugere três ferramentas Google em particular que podem melhorar a posição do site da sua empresa na internet e monitorar suas ações de marketing digital que são acessíveis aos menos informatizados.
1- iGoogle
O iGoogle é um aplicativo que permite que você personalize a página inicial do Google e se informe sobre o acontece na internet e as notícias mais importantes para a sua empresa. Inclua widgets (pequenos aplicativos do iGoogle) do seu jornal preferido, alguns sites sobre o seu ramo de atividade e dos blogs mais importantes ligados a seu setor. Use também os aplicativos do Orkut, Twitter, e outros que facilitem o seu acesso às redes sociais.
2- Google Analytics
O Google Analytics é fundamental, segundo ele, para avaliar o tráfego e a eficiência do marketing do seu website. Ele pode ajudar você a encontrar as palavras-chave certas para atrair mais visitantes, segmentar seu negócio para os melhores mercados e, assim, atrair e conquistar mais clientes.
3- Ferramentas Google de divulgação
Algumas ferramentas simples podem incrementar a divulgação da sua empresa na internet, como o Google Maps, para identificar a localização da sua empresa e filiais; e o Google WebMasters Tools, que oferece uma ideia de como o Google vê o seu site.
Fonte: Blog dos Empreendedores
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