V da vitória



Confira algumas dicas de um estudo realizado pela aceleradora de negócios blackbox em parceria com pesquisadores das universidades de Berkeley e Stanford:


1. Fundadores que aprendem têm maior sucesso. O estudo concluiu que startups que contam com o apoio de mentores, que ficam de olho nas métricas e que têm líderes que aprendem com outras startups faturam sete vezes mais e tem uma taxa de crescimento 3,5 vezes maior.

2. Startups que se redirecionam o modelo de negócios uma ou duas vezes captam 2,5 vezes mais dinheiro, têm 3,6 vezes mais chance de crescimento e 52% menos chance de tentar crescer antes da hora que as que o fazem mais de duas vezes ou nenhuma.

3. Muitos investidores investem de duas a três vezes mais capital que o necessário em startups que ainda não encontraram uma soluções para problemas. Eles também tendem a investir acima do necessário em times que não têm representantes técnicos, apesar das menores chances que equipes com este perfil têm de ser bem-sucedidas.

4. Investidores que se envolvem diretamente no dia a dia do negócio não têm muito efeito na performance operacional, mas os mentores certos influenciam a capacidade da empresa para levantar dinheiro.

5. Fundadores individuais levam 3,6 vezes mais tempo para ter escala do que times de duas pessoas e têm 2,3 vezes menos chances de ter que recomeçar o negócio do zero.

6. Times equilibrados, com um fundador técnico e outro voltado a negócios, tendem a levantar 30% mais capital.

7. A maioria dos fundadores de sucesso é motivada pelo impacto que quer causar e não pela experiência ou dinheiro.

8. As startups, em geral, precisam de duas a três vezes mais tempo para validar seu produto no mercado de que os fundadores esperam.

9. Startups que não conseguiram receber investimentos costumam superestimar o tamanho de seu mercado em 100 vezes e muitas vezes interpretam o seu mercado como novo equivocadamente.

10. Tentar escalar o negócio prematuramente é uma das razões comuns para um negócio ir mal. O estudo indica que a precipitação pode levar à falha.

Fonte: Exame PME
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Consultoria de Marketing Grátis
Há mais ou menos umas 19:40 horas de hoje, recebi um telefonema de um amigo que me pediu para dar uma olhada em site que tinha sido criado a pouco tempo. Ele tinha recebido um e-mail do próprio site que tinha uma proposta bem atraente.

Uma Empresa criada recentemente, oferece serviços de consultoria de marketing para alavancar pequenos negócios. Apesar de nova, o negócio é bastante interessante. Se resume em um site que funciona da seguinte forma: O empresário entra em contato com o site informando todos os problemas que seu negócio está passando. Dentro de um prazo a empresa te responde com as possíveis soluções que poderão te ajudar no seu negócio.

O nome da empresa é Mkt2You, e parece ser bem promissora já que visa ajudar os pequenos negócios a crescerem. Do meu ponto de vista é uma ótima idéia . Entramos em contato com o a empresa para fazer um contato sobre o negócio e por sorte ela respondeu com menos de 30 minutos.

Conversei com o jovem estudante de marketing sobre suas propostas de ter criado o site, que de tão novo ainda esta sendo liberado o domínio, e realmente me surpreendeu pois de fato ele oferece os serviços de consultoria de marketing de forma gratuita. O que você ganha com isso? Eu perguntei. Ele disse que na verdade parece não ganhar nada, mais a longo prazo ganha credibilidade e confiança.

Com três meses de planejamento, hoje o site foi colocado no ar. Futuramente, o Mkt2You terá um equipe especializada nas diversas áreas do negócio afim de melhor atender os clientes e não sobrecarregar apenas um. Por fim é uma ótima idéia pra quem tem um negócio ou esta pensando em abrir um receber conselhos de profissionais da área. E o melhor sem custo algum por isso. Foi testado e aprovado pela equipe do Rede Links e por isso pedimos permissão ao dono do Mkt2You para divulgarmos em nosso site.

Querem conferir? Entre no Mkt2You e mandem suas dúvidas sobre seu negócio e avaliem vocês mesmo. Independente de sua dúvida, a empresa esta disposta a te ajudar. Então bom proveito e sucesso.

Fonte:  Mkt2You

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João Honório, para mim, sempre foi sinonimo de RH. Mesmo quando não o conhecia pessoalmente estava sempre em seu grupo de vagas, onde milhares de profissionais se congregam. Por isso, hoje, (25/11/11) quando li a nota de falecimento, inicialmente não acreditei. Mas, quem postaria isso, se não estivesse com o pesado encargo de nos informar a passagem do mestre do RH? Confirmei com a família: João Honório descansou após mais uma luta. Esta, sim, desigual.

João Honório foi mais que um amigo. Foi um profissional que acreditava em sua vocação e proporcionou a oportunidade de emprego a milhares de brasileiros, além de ter facilitado a vida de milhares de profissionais de RH. Dados que li na sua última entrevista dão conta que mais de 40.000 pessoas devem seus empregos a ele. Mas, tais como os cegos que foram curados e nunca mais retornaram. Talvez uns 100 tenham mandado um email de agradecimento.

Só que isso não interessava a ele, pois o importante era fazer acontecer e não esperar o reconhecimento. Esta é a verdadeira marca de um realizador. Quantas vezes em meus cursos eu cito aquela manjada pesquisa (se é do Dale Carnegie ou não, who cares?) onde o reconhecimento vem antes do salário como base de satisfação no emprego. Todos gemem e choramingam:

- Se eles me entendessem mais…

- Se me reconhecessem mais…

- Ninguém me dá valor…

Baboseira! Quem tem uma missão a cumprir, não se detém esperando que o cortejo dos ignorantes e insensíveis, oferecer o leite de sua compreensão. Eles nunca sabem de nada, nem estão a altura de entender algo além de seu princípio de prazer. Você não sabe que para quem está acostumado às trevas da
caverna, a luz fere o olhos e é preciso, então destruir aquele que perturbou a sua obscuridade?  Também nunca notou que para quem vive chafurdado na lama, um ambiente limpo e florido causa irritação?

Trata-se do que está à vista e poucos enxergam, mesmo porque para mudar algo, neste planetóide perdido na periferia da galáxia, é preciso enfrentar a resistência dos medíocres. E eles são a esmagadora maioria! Quando alguém faz algo de si, sem esperar recompensa, o mundo respira melhor. João fazia a diferença,
num mundo cinzento.

Mais que isso, ele acreditava nas pessoas. Trabalhar anonimamente para diminuir o tempo sem
rendimentos e, por isso mesmo, sem identidade e valorização. Sim! Nem é preciso ter lido Foucault para
entender o que a sociedade espera de vocês e como os sistemas de produção e consumo, determinam
o “que é” uma pessoa. Fique sem emprego e você perderá seu rosto, que está estampado nos cartões de
crédito e folhas de cheque.

Uma vez esgotado o crédito, seu rosto desvanece como a figura de areia na orla da praia. Na sequência virá
também o inferno tecnocrático que lhe retirará o que não tem e lançará seu nome no rol dos culpados e na
ignomínia plena dos Serasas e SPCs. Os PHDs foram a matéria prima de João. Ele fará falta num mundo que
está cada vez menos solidário e mais hedonista.

Abraços, João, pois Deus o acolherá diretamente. Será admitido sem nenhuma entrevista, pois suas
competências estão estampadas na sua alma. Pois quem já passou pelos testes da vida, com generosidade
e simpatia, tem livre acesso às cidades de luz. Lá, as organizações são baseadas no mérito e na bondade,
não na eficiência e lucro. Lá, o histórico de vida é o que conta e não os encargos sociais e a produtividade.

Lá, toda contribuição vem somar e não é repelida ou apropriada pelos incompetentes.Aliás, lá não tem incompetência, pois para se chegar lá, é preciso ter muita capacidade de amar. A porta
é pequena e muito poucos por ela passam. Lá, as lideranças não são tóxicas, não tem antas engravatadas,
não se busca mark-ups, nem se tenta aumentar a resiliência assertiva para adquirir diferenciais de
mercado. Não tem gaps de employeeship ou qualquer destes conceitos vazios, com que rotulamos as
pessoas para extrair-lhes do couro bem mais do que as pagamos e bem menos do que elas valem.

Lá, sim, tem VALORES, DEDICAÇÃO, TRABALHO EM PROL DE ALGO MAIOR, BENEFÍCIOS NÃO LIGADOS À METAS, mas ligados à QUALIDADES, REALIZAÇÕES E VIRTUDES. É uma verdadeira sociologia reversa,economia antípoda, redes que não comutam informações linearmente, mas de forma transversal e perspectiva. Não entendeu? Elementar, meu caro Watson: Aqui há crimes aos olhos de um Deus de bondade, que a humanidade não considera sequer como faltas leves. Entre eles, ter ficado omisso, quando poderia ter feito algo, por menor que seja para a melhoria do “sistema”.

João Honório era uma pessoa honrada e um profissional dedicado. Para bom entendedor, meia palavra
basta. Para um mundo em decadência e que ignora solenemente sua iminente queda no abismo da insensatez, sua figura garbosa e ética fará muita falta!

Trabalhe em paz, João! Homens como você não descansam nunca.

Luís Sérgio Lico é Palestrante, Consultor e Educador Corporativo. Doutorando em Filosofia, Mestre em Ética e Especialista em Gestão Estratégica de Equipes. Mais de 70.000 profissionais estiveram em seus cursos em todo o Brasil. Autor dos Livros: O Profissional Invisível e Fator Humano. www.consultivelabs.com.br
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Em se tratando de vendas, seja em que segmento de mercado possamos pensar, uma pergunta sempre se faz presente: – Qual o papel do gerente de vendas?

Se tomarmos como exemplo algumas situações fundamentais para o sucesso desta atividade, vamos buscar entender esta figura chave, e como a função pode ser mais bem desenvolvida, através de suas atribuições desejáveis. O gerente deve ser mais que um chefe na hierarquia: deve atuar como uma ponte para melhores resultados.

Para começar, ele tem como maior missão fazer com que os profissionais sob seu comando realizem diariamente (e com sucesso), as suas responsabilidades principais que são: Atender bem, prospectar, vender e fidelizar clientes. Deve também garantir o cumprimento das obrigações acessórias, aquele conjunto de tarefas e atribuições que varia de acordo com a empresa ou porte da organização, mas que pode ser resumida nestes tópicos:

-Primeiramente ele deve ter total domínio de técnicas de venda, exposição e persuasão. Mais que isso, deve estar capacitado a multiplicar sua expertise para a equipe e fazer isto com humildade. Em segundo lugar, deve conhecer a fundo sua empresa, seus produtos e serviços, de modo viabilizar as operações de maneira eficiente, todos os dias da semana. Mas, a realidade é que poucos profissionais estão maduros o suficiente para aceitar que necessitam de treinamento e reciclagem constantes. Vender é uma prática que se desenvolve treinando.

- Deve ser responsável pelos formatos e estruturas da força de vendas. Isto inclui as tarefas pertinentes à avaliação, coordenação de ações em campo (ou na loja), canais de distribuição e manutenção das sinergias resultantes entre a equipe e os clientes, de forma direta e assertiva. Deve buscar ter voz ativa no planejamento estratégico, pois se vendas não participar do marketing, o marketing eliminará a força de vendas…

- Consolidar ou definir as estratégias de vendas para os produtos e serviços, controlando a adaptabilidade em relação á formação de preços, margens e variáveis comerciais da oferta, bem como administrar as relações entre centros de custo. Dependendo da complexidade de suas atribuições, deve efetuar as previsões e negociar melhores condições de aquisição, divulgação e renovação de estoques. Caso contrário, ele apenas cuida do escritório, filial ou ponto de venda, como um zelador. Ele precisa entender a estratégia da empresa e cumpri-la de forma cada vez mais eficiente.

- Um gerente de vendas deve ser especialista em motivar pessoas e isto significa conhecer bem os colaboradores da sua equipe. Deve respeitar seus limites, saber ouvir necessidades e dificuldades, direcionando os esforços para uma visão convergente. Deve saber também como contratar a pessoa ideal e treiná-la para agir de forma eficiente e comprometida. Não adianta reclamar com o RH se a equipe não está a contento: isso é atribuição do gestor e não de terceiros.

- Avaliar o desempenho não somente da venda, mas dos vendedores e de si mesmo. Cabe ao gerente criar indicadores claros e objetivos para medir sua força de vendas. Avaliar apenas o volume de vendas é como olhar para as estrelas: nelas está apenas o reflexo do passado. Gerir estoque, então nem se fala. O gerente deve ter condições de diagnosticar tendências e capacidade de efetuar correções, diariamente. Mais ainda: deve estabelecer indicadores-chave do desempenho qualitativo.

- Desenvolver planos de incentivo e recompensa alinhados com as necessidades da empresa e com a expectativa da equipe. Pagar vendedores para vender quantidades, cria distorções e impede a comercialização de itens com maior margem de contribuição. Além da quantidade, a curva de crescimento das vendas, oxigenação de carteira, comprometimento e o atendimento devem ser outros fatores de bonificação. Caso contrário, surgirão problemas.

Além disso, é necessário que o empreendedor saiba como identificar e contratar estes gestores. Conhecimento, flexibilidade, inovação e experiência são pré-requisitos, mas isto não é tudo. Fazer cálculos, conhecer o sistema vendor ou HP 12C, não é suficiente. O gerente de vendas deve ser um grande vendedor e uma pessoa cativante. No mínimo, um bom administrador de equipes, com excelente relacionamento interpessoal e estilo de liderança que privilegie o desenvolvimento profissional e visão de longo prazo, que esteja sempre disposto a defender seu time, caso contrário será apenas mais um chefe chato.

O gerente de vendas, então, deve estar atento para a regra de ouro da liderança: Dar o Exemplo e Incentivar Boas Práticas. Este comportamento dirige uma mensagem clara a todos: Eis o que valorizamos aqui! Além do mais é preciso conhecer seu perfil psicológico, pois muitas empresas promovem os “melhores vendedores” à gerentes, sem se atentar se ele tem ou não experiência em gestão de pessoas. 

Neste caso, perdem-se dois profissionais: Um bom vendedor e um possível gerente. A verdade é que nem todo especialista é bom gestor.

Todo gerente deve saber que vender não é tarefa dura, e começar desde já a vender de forma inteligente, fazendo sua equipe seguir seus passos. Costumo dizer em meus cursos: sale smarter, not harder. Muitas oportunidades são desperdiçadas por scripts estúpidos (não importa quanto a empresa tenha pago a uma consultoria para criá-los), campanhas mal costuradas, treinamentos infantilizantes e falta de preparo do vendedor. Muitas vezes, principalmente no varejo e indústria, o que vemos é alguém falar exatamente o que está escrito no catálogo técnico e, isso, não vende nada!

O gerente não é, necessariamente, “quem conhece tudo”, mas deve ser uma pessoa capacitada e que seja capaz de implantar na empresa a famosa metodologia japonesa “Genchi Genbutsu”, que significa “vá ver o lugar real e a coisa real”. Implica que os gerentes devem ir até onde tudo ocorre, para serem capazes de analisar e entender o que está acontecendo na loja, no cliente, no mercado. É uma maneira de se envolver pessoalmente e diretamente com as situações verdadeiras e, a partir daí se empenharem em realmente encantar o cliente e trazer resultados financeiros e institucionais sustentáveis.

Finalmente temos que considerar os aspectos puros da liderança. Cada pessoa tem sua história e se expressa de muitos modos. Isto significa que as atitudes pessoais e profissionais refletem o seu nível de comprometimento com a empresa e o gestor. É bem complexo mapear estas variações, no entanto o gerente deve buscar identificar as ações apropriadas para cada pessoa e estimular seu desenvolvimento. Mas, uma coisa é certa: Em todas as ocasiões, se o profissional não perceber a vantagem coletiva ou individual nesta relação, ele se torna resistente ao sistema como um todo.

Assim, o gerente de sucesso é quem consegue alinhar estes comportamentos e competências e, realmente colocá-las em funcionamento na rotina de suas operações. Os outros são meros produtores de planilhas ou alimentadores de dados em sistema. Acredite que as vendas intuitivas ainda funcionam, pois mesmo a mais técnica das abordagens depende de vender – primeiro – confiança e entusiasmo.

Luís Sérgio Lico é Palestrante, Consultor e Educador Corporativo. Doutorando em Filosofia, Mestre em Ética e Especialista em Pedagogia Empresarial. Destaca-se por desenvolver novas metodologias e estratégias de treinamento inovadoras e sustentáveis. Seu trabalho une ampla experiência empresarial  com  aguda visão diagnóstica para estratégias diferenciadas. Suas palestras e cursos são desafiadores, descontraídos, envolventes e agradáveis, oferecendo plena liberdade de interação. Através de sua energia motivadora, aliada aos vastos horizontes da Filosofia, busca criar o espaço de condições para se obter resultados consistentes.  Por isso, é considerado como um dos instrutores e palestrantes mais diferenciados da atualidade. Mais de 65.000 profissionais já estiveram em seus cursos e palestras em todo o Brasil
 
Diretor da Consultive Labs, Professor e ex-Coordenador Pedagógico dos cursos corporativos da Unisescon/Trevisan; Membro do GEP - Grupo de Excelência em Estratégia, Inovação e  Planejamento do  CRA/SP - Conselho Regional de Administração de São Paulo; Consultor em Educação Corporativa do Sindiclube; Professor de Pós-Graduação em Psicologia Organizacional, Gestão de Mudanças e Gestão de Pessoas e Designer de Conteúdos; Autor dos Livros: O Profissional Invisível, Fator Humano e Onde todo Homem é uma Pátria.


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Não sei se me repito, mas acho que vale a pena. Quando o Obama foi eleito, nós aguardávamos o mundo voltar ao normal. Depois da próxima crise da Europa, a desocupação da reitoria ou face às últimas lamúrias dos ministros depostos, teremos o mesmo falso sentimento.

Mas… Não, não voltará! Pelo simples fato que o mundo nunca foi o mesmo, especialmente após as revoluções tecnológicas e sociais dos últimos 25 anos. Um quarto de século e não mais reconhecemos a rua onde moramos. Mas continuamos, de certo modo, enredados por ainda desconsiderar salvaguardas e acreditar em paradigmas quando há, na verdade, paradoxos.

Foram-se os bons tempos do chiclete com banana. O gigante despertou, mas a propaganda é de whisky! No mercado, hoje é dia de crise com laranja, acidez bancária e bolsas com cebolas ao molho grego. Mídias sem filtro e obviedades totais, há muito denunciadas por quem realmente estudou e tem experiência. Não devo correr o risco de ser original. Além destes mestres, Sexto Empírico, milênios atrás, já escrevia contra os matemáticos e a arrogância dos especialistas. No agora, estamos contra os experts, economistas, governos e corporações que fazem contabilidaudes, audiotarias e matemágicas.

Hoje, mais do que antes, as coisas não mudaram, para acalmar a multidão ansiosa, precisa-se de futurólogos para fechar a pauta das seis e chancelar as tendências imaginárias dos mercados voláteis. Todos devem ouvir opiniões frescas no jornal das oito. Precisa-se do subliminar e da crueldade: cortejos de motorneiros de metrô, acusando pelo alto-falante, os usuários pela baixa qualidade do serviço. Comissões que devem decidir o que será decidido, aprovações relâmpago antes que alguém infiltre um repórter-mirim e perguntem sobre a hemorragia ética. Precisamos de livros que nos digam sobre o óbvio, porque todos querem o sucesso, mas ninguém sabe sequer definir a si mesmo.

Quanto ao fato estridente destas informações postadas como conhecimento, modificarem sua vida, deixe-me explicar o que ocorre: todo mundo sabe o que dizer e como salvar sua empresa ou seu dinheiro, depois que tudo aconteceu. Todos apontam para onde a enxurrada vai passar e o que você deve fazer para se desesperar melhor. Não entre neste crediário e será mais feliz. Eu garanto! Aliás, quem garantia era Raul, ao dizer que todo mundo explica tudo, como a luz acende e o avião pode voar!

A coisa toda me lembra a brilhante análise de Marx no 18 Brumário de Luís Bonaparte, (alguém leu? Não? Xii! Desculpe!). Como disse alguém, a explicitação foi incrível. Pena que o fato já havia ocorrido e o relato mera reconstituição da lógica e sincronia entre os acontecimentos, a título de validação da teoria. Estas formações discursivas do opinativo não devem fazer você sentir-se desmotivado. Somente quem já está em dificuldades, especulou em derivativos ou depende urgentemente de crédito para sobreviver, sentirá a ressaca globalizada. Mas, como as marionetes, em última análise estão presas nas cordas, certamente haverá solavancos e alguns fios irão romper.

Isto significa que a maior parte da economia, incluindo eu e vocês, absorverão as mudanças. Volta e meia alguém grita: Crise! Mas, a crise não passa de uma metáfora para descrever aquilo que os especialistas perderam a possibilidade de entender. Então o Banco Central entra no samba técnico ou alguém vêm à mídia para opinar e “tranquilizar” os mercados. Ora, o mercado é você que tem dinheiro para investir. Ponto. Você também é responsável.




Naturalmente, para a massa e devido à fraqueza de nossas relações com as instituições, ou seja – nossa cidadania de segunda classe -, os cidadãos poderão arcar com mais impostos, majoração de alíquotas e criativas novas taxas de fornecimento de serviços. A grande histeria que se seguiu aos acontecimentos iniciados pelos recentes incidentes internacionais foi um alerta para as fragilidades do sistema mundial e para a falta crônica de ética nas operações dos “mercados e economias”. A mão invisível esconde a chaga do egoísmo, da ganância e das posturas aéticas, afinal quem é que mantém o preço quando há procura?


Nesta nova configuração das forças mundiais, mesmo que utopicamente podemos ter a oportunidade de demonstrar nossas maiores capacidades, entre elas de inovação e produção de excelência, sem fritar o meio ambiente ou imbecilizar a nação. Mesmo mal passados, temos talentos e se injetarmos um pouco de cultura e educação (boa educação, quer dizer valores e não o currículo do MEC) e, aproveitando a onda higienizarmos a contaminação alienígena que instrumentaliza as mentes e impele as classes mais ignorantes aos paraísos insustentáveis de consumo, sem a devida escala no respeito ao próximo, tudo andará bem.

Se ousarmos acreditar em fomentar nosso desenvolvimento através do estímulo ao conhecimento, saneamento político e racionalização das leis, daremos o salto estratégico que nos levará a liderança mundial em inúmeros setores, quem sabe, até na área tributária, tão pernóstica e ultrapassada, com seus pequenos homens preocupados em gerir empresas, tributos e pessoas como quem toca gado; maltratando a manada de milhões, apenas com o olho na rês que pode fugir.

Enquanto isso não ocorrer, teremos que conviver com estados paralelos, corrupção sistêmica e a violência em todas as esferas da sociedade. Fica também prejudicada qualquer iniciativa que garanta um pouco de justiça ou equilíbrio ao tecido social, pois é uma luta desigual do direito contra a economia de mercado, onde a sobrevivência da corporação – neste modelo, diga-se – somente é possível através do aumento incessante da produtividade, redução de custos e inovação tecnológica com domínio de novos mercados. É o triângulo do diabo!

De qualquer modo, não vivemos mais uma era romântica, onde os homens, livres do trabalho, se dedicariam a outras coisas. Nem podemos mais nos permitir ser ingênuos, pois todo o grito de luta, ao mesmo tempo esconde o interesse particular. Tempos, certamente difíceis, onde não há um lado “certo” à escolher e um motivo realmente justo por que lutar, excetuando-se, como disse, a resistência contra as corrupções.

O lado bom disto é que a inteligência e as competências são desafiadas a todo o momento e isto nos traz realização pessoal, retorno profissional e social caso consigamos manter o curso dos acontecimentos. O lado negro da força é que a economia e os mercados dominam o modus vivendi das empresas e acabam detendo o controle de todo o processo organizacional onde ignorarão os danos físicos, éticos e psicológicos causados pelo excesso de pragmatismo e objetividade, em função apenas dos resultados pretendidos e exigidos de quem trabalha. Quase igual ao que o fisco e os bancos fazem com você, brasileiro. Afinal, ninguém chega aos bilhões, se não quebrar alguns ovos… quer dizer, cobrar algumas taxas.

Uma solução para nossa espécie é que, se atualmente vivemos em rede, interconectados, podemos multiplicar esforços. Por isso, somente quando todos participam é que pode haver melhorias. Mesmo que semeando idéias e falando do óbvio.

Luís Sérgio Lico é Palestrante, Consultor e Educador Corporativo. Doutorando em Filosofia, Mestre em Ética e Especialista em Pedagogia Empresarial. Seu trabalho une ampla experiência empresarial  com  aguda visão diagnóstica para estratégias diferenciadas.  Por isso, é considerado como um dos palestrantes mais diferenciados da atualidade. Mais de 70.000 profissionais já estiveram em seus cursos e palestras em todo o Brasil
 
Diretor da Consultive Labs, Professor e ex-Coordenador Pedagógico dos cursos corporativos da Unisescon/Trevisan Escola de Negócios; Membro do GEP - Grupo de Excelência em Estratégia, Inovação e  Planejamento do  CRA/SP - Conselho Regional de Administração de São Paulo; Consultor em Educação Corporativa do Sindiclube; Professor de Pós-Graduação em Psicologia Organizacional, Gestão de Mudanças e Gestão de Pessoas e Designer de Conteúdos; Autor dos Livros: O Profissional Invisível, Fator Humano e Onde todo Homem é uma Pátria.



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BOAS IDEIAS BONS NEGOCIOS Hoje, o Rede Links lança no ar o Projeto Rede de Idéias. Feito para quem é Empreendedor, consiste em divulgar idéias de Negócios publicando-as no site. Todo grande negócio surgiu de uma idéia. O projeto Rede de Idéias tem por finalidade divulgar sua idéia no site para chamar a atenção de investidores, empreendedores, afim de opinar e te colocar no cominho certo para concretizá-la. 



Como vai funcionar?

O autor deverá mandar sua idéia para nosso e-mail, e então nossa equipe irá publicar no site, na categoria Rede de Idéias. Lembrando que as idéias devem ser claras e que não iremos alterar de forma alguma o seu texto.

É uma ótima forma de crescer profissionalmente, pois compartilharemos idéias de negócios e trocaremos informações entre pessoas da mesma área de atuação. E se sua idéia for realmente boa você poderá chamar a atenção de muitos empresários e investidores.

Comece agora mesmo. Mande sua idéia de Negócio para o nosso e-mail e dentro de no máximo 72 horas estaremos publicando-a no site. Vamos lá Empreendedores, sucesso.

Obs: Não esqueça de mandar seu perfil de rede social, contato e formação profissional junto com a idéia. Assim o público passa a saber quem você é. 

E-mail: contatoredelinks@gmail.com



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anuncios-facebook
Os anúncios no Facebook são uma excelente opção para marketing nas mídias sociais. É sem dúvida a modalidade de link patrocinado que mais tem se destacado nos últimos tempos e apresenta uma taxa de conversão invejável. Portanto, vamos analisar algumas dicas para quem pretende utilizar o Facebook Ads em suas campanhas de marketing nas mídias sociais.

O sucesso em campanhas de marketing no Facebook e outras ferramentas para links patrocinados, mede-se em termos de ROI – Return On Investment, como pudemos discutir em uma matéria publicada semana passada.

Qualquer campanha de marketing online visa obter o máximo de retorno sobre o investimento feito e para isso é necessário observar algumas regras especiais sobre a formatação do anúncio. O objetivo é o de conseguir o maior CTR – Click Through Rate possível em cada campanha, principalmente em se tratando do Facebook que tem nessa métrica um fator determinante para a permanência ou não do anúncio em exposição. além disso, como no Google AdWords, o CTR do anúncio também influenciará diretamente no custo dos cliques. Portanto, vamos trabalhar um pouco as técnicas de forma a conseguir o melhor retorno possível do nosso investimento.

Segmente ao máximo o seu público alvo: Com o Facebook Ads podemos escolher quem vai ver o nosso anúncio de uma forma jamais vista na Internet. É possível ter uma segmentação por país, sexo e idade, e até aos gostos pessoais de cada pessoa. O Facebook permite filtrar bastante o público alvo, e assim aumentar radicalmente o CTR e as vendas. Comece por vender produtos de um nicho de mercado a pessoas que demonstraram interesse nesse nicho. Você pode vender ring tones para quanquer pessoa, mas certamente os fãs de Ivete Sangalo estarão bem mais interessados em ring tone de músicas da Ivete Sangalo. Não tem mistério, é simples assim.
Insira o preço no texto do anúncio no Facebook: Exibir o preço do produto no anúncio veiculado no Facebook certamente vai aumentar o CTR da peça e também influenciará no ROI, porque apesar de haverem menos pessoas clicando no anúncio, já acessam o site sabendo o quanto deverão gastar na aquisição do produto ou serviço. Esta técnicas é bastante utilizada por marketers lá de fora e comprovadamente aumenta o retorno do anúncio.
Utilize imagens de ótima qualidade em seus anúncios no Facebook: Provavelmente o elemento mais importante para subir o CTR é a imagem de um anúncio e no caso de anúncios no Facebook esse fator tem ainda maior peso no desempenho da peça. Não se limite a pegar a imagem do produto que você deseja anunciar, tal e qual como está na web. Faça um bom tratamento da imagem e acima de tudo, coloque uma imagem que realmente tenha a ver com a mensagem do anúncio, pois este é um dos critérios de aprovação de anúncios veiculados no Facebook.
CPM ou CPC?: Quando criamos um anúncio podemos pagar por visualizações (CPM) ou por cliques (CPC) nesse anúncio. O nosso objetivo é sempre obter os cliques mais baratos. Ao fazermos uma oferta CPC sabemos sempre qual é o preço máximo que vamos pagar por clique. Por outro lado, se usarmos a hipótese CPM, o CTR do nosso anúncio vai ser decisivo. Ou seja, quanto mais cliques gerar o anúncio em cada 1000 visualizações, mais barato fica cada clique. O ideal é testar ambos os métodos e cancelar o que tiver o CPC mais elevado.

Variações dos anúncios: Como você já deve ter percebido já perceberam existem muitas variaáveis que determinam o sucesso de um anúncio no Facebook e por isso testar variações é um bom negócio. É o que chamamos de Teste A/B. O que você deve fazer é criar variações do anúncio e avaliar qual delas se comporta melhor em termos de CTR e ROI. Teste diferentes imagens com o mesmo texto, diferentes títulos com a mesma imagem, com ou sem preço, em suma, crie alternativas para o anúncio e depois fique com a que trouxer melhor resultado.

Renove periodicamente seu anúncio no Facebook: Um grande erro é o de chegar a uma versão final do anúncio e permanecer com ela meses a fio. Com o tempo, as pessoas já estarão conhecendo aquele anúncio e consequentemente deixarão de clicar nele reduzindo asssim o rendimento dele. Faça mudanças periodicamente para ser apresentado sempre como algo novo.

Fonte: Ecommerce News
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Peixe Urbano Clube Urbano Compras Coletivas
Com a febre dos sites de compras coletivas, muita gente está se sentindo atraída pela idéia de montar o seu próprio site de descontos. A idéia parece boa e o mercado promissor, principalmente se você estiver pensando em um site de compras coletivas segmentado.

O grande problema que estamos observando em nossa consultoria é que muitos empreendedores não fazem a mínima idéia sobre o custo de um site de ofertas. Isso pode trazer muita decepção e certamente prejuízos. Em nossa consultoria no Curso de E-Commerce, temos atendido diversas pessoas que tem uma idéia completamente deturpada sobre o que seja o investimento em um site destes. Vejamos então, qual seria aproximadamente o custo de um site de compras coletivas.

Software para sites de compras coletivas

Temos notado que muitas pessoas acham que o grande investimento para a criação de um site de compras coletivas seria o software. Não é. O programa para a criação de um site de descontos é relativamente barato, levando-se em consideração o volume total de investimentos no projeto.

Estes softwares não precisam ser desenvolvidos da “estaca zero”, já estão prontos e disponíveis no mercado internacional e para serem utilizados no Brasil precisam apenas de tradução e adaptação a algumas questões regionais como por exemplo a implantação de meios de pagamento utilizados no Brasil como PagSeguro e Pagamento Digital. Existem muitas empresas sérias que oferecem este tipo de software e serviço com preços a partir de R$ 5.000, dependendo do grau de customização necessário.

Para pequenos sites de compras coletivas, regionais ou então muito segmentados, existe a possibilidade de utilização da plataforma WordPress com um plugin (programa acessório) específico para a criação de um site de descontos – veja mais em nosso artigo. O custo é um pouco menor – aproximadamente R$ 900 – e a implantação é bem rápida.

A ilusão do site de compras coletivas “baratinho”

Um outro erro que temos verificado é o de pessoas que na tentativa de baratear os custos do site partem para soluções “alternativas”. Existem diversos anúncios em sites como Mercado Livre, de sistemas para a criação de portais de compras coletivas “por apenas R$ 100,00″. É o tipo de “malandragem” que leva ao fracasso e revela amadorismo por parte do empreendedor. Somente um tolo pode achar que isso irá dar certo.
Vamos falar sério, isso simplesmente não existe! Os scripts não funcionam e se você for reclamar e der sorte de encontrar quem vendeu, essa pessoa simplesmente não lhe dará suporte algum. Basta ver as avaliações disponíveis no próprio site. Além do mais, parece óbvio que se tratam de scripts piratas e por isso com a revenda proibida. Se você já inicia um negócio por um caminho errado, seu destino certamente não será o sucesso empresarial. Se você não está disposto a fazer a coisa da forma correta, é melhor nem começar.

Técnicos gabaritados para suporte ao site

Em todos os casos se faz necessária a contratação de um profissional de programação para alterações nos códigos como implementação de rotinas específicas e modificações no layout e também para a manutenção do sistema como por exemplo, a otimização do banco de dados e outras rotinas do dia-a-dia da administração de um site. É o tipo trabalho que não dá para entregar para o “sobrinho que mexe com Internet”. Um profissional qualificado para essa função tem uma remuneração mensal de aproximadamente R$ 2.000 ao mês.

Provedor de hospedagem robusto

O provedor de hospedagem onde irá ser instalado o site é um outro ponto sensível do projeto. Um site de compras coletivas é um sistema crítico, pois, apesar de pequeno, é extremamente saturado. Em projetos bem sucedidos, é o tipo de site que tem milhares de acessos simultâneos o que gera uma sobrecarga do sistema e do próprio servidor em que está instalado. Um provedor de hospedagem, no mínimo semi-dedicado, é a configuração básica para esse tipo de projeto. Um bom provedor de hospedagem com um plano Linux semi-dedicado custa em torno de R$ 400 ao mês.

Sistema é só o início

A questão de software é apenas um dos custos de um projeto de site de compras coletivas. Existem outras variáveis que fazem a diferença entre o sucesso e o fracasso do site de descontos e ofertas. Na próxima parte dessa sequência de artigos iremos falar sobre os
custos de divulgação de um site de compras coletivas.

Fonte: Ecommerce News
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Sabe-se que o comércio eletrônico é uma tendência em franca expansão no Brasil. Contudo, o avanço das negociações virtuais deve-se ao sucesso que as lojas online conquistam diante dos consumidores, com o auxilio de alguns recursos que fazem toda a diferença no resultado, por exemplo:


sucesso-do-ecommerce

Análise do mercado
Se sua loja virtual possui como público um nicho específico, analise onde esses clientes podem ser encontrados e quais os tipos de publicidade que os atrairão à sua loja, bem como quais os produtos favoritos de consumo e suas condições financeiras;

Análise da concorrência
É interessante também verificar, para obter sucesso no e-commerce, se o seu produto e sua iniciativa sofrem interferências de um possível concorrente. Dessa forma, é interessante avaliar quais argumentos, quais pontos fortes e quais oportunidades seu concorrente utiliza para conquistar espaço;

Integração com Mídias Sociais
Se sua loja virtual possui um blog, convidar constantemente seu cliente para que o mesmo leia e busque informações através do mesmo é uma forma de incentivar o cliente a manter um relacionamento com a empresa. Da mesma forma, o convite para seguir ou interagir com as mídias sociais disponibilizadas pela empresa é muito válido;

Conta no Google Analytics
Possuir uma conta no Google Analytics é uma ótima forma de acompanhar dados sobre as páginas visitadas, tempo de permanência na loja, taxa de rejeição, origem dos visitantes, termos mais buscados na loja. Com essas informações em mãos é possível desenvolver melhores planejamentos para conquistar o cliente;

Popularização da loja
Uma loja virtual só consegue ser popular se os clientes a conhecerem. Logo, usar as mídias sociais para desenvolver ofertas especiais e promoções facilitará, sem dúvida, a popularização da loja, bem como o reconhecimento da mesma no mercado virtual;

Canais Multimídia
Em nenhum outro veículo comunicacional é possível realizar a integração de mídias como na internet. Por isso, é indispensável aproveitar todas as ferramentas que este veículo proporciona aos que dela fazem uso, como fotos, vídeos, podcasts, mídias de compartilhamento de informações, etc.

Otimização
Outro fator, que sem dúvida, auxilia no sucesso de uma loja virtual é o mecanismo de otimização para site de busca (SEO). Esse recurso é essencial para as lojas que querem ser encontradas por seus consumidores, sabendo que os sites de busca são as principais fontes de pesquisa da maioria dos consumidores virtuais.
Esses recursos são apenas alguns dos inúmeros diferenciais que uma loja virtual pode ter no comércio eletrônico brasileiro.

Além desses, pode-se incluir a criatividade, a competência e o profissionalismo como características essenciais em um empreendimento na web. Para obter sucesso nas negociações virtuais é preciso investir na qualidade do seu negócio; dessa forma os retornos serão satisfatórios.

Fonte: Ecommerce News
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Agência Sebrae

Empreendedores brasileiros tiveram motivos para comemorar no mês de agosto, quando a presidente Dilma Rousseff assinou projeto de lei complementar ampliando de R$ 36 mil para R$ 60 mil a faixa limite de faturamento anual para o Empreendedor Individual. Essa alteração da Lei Geral, que está atualmente em votação no Congresso, “irá permitir que mais pessoas tenham acesso à formalização e ao crédito”, declarou a presidente.

O aumento de 67% no teto de faturamento vai ampliar a adesão ao sistema simplificado de formalização de negócios que já atraiu mais de 1,5 milhão de pessoas em dois anos. É o caso do Empreendedor Individual André Freire Naves, o tio André, de Brasília. “Tenho nota fiscal, posso atender a empresas, tenho previdência e os benefícios da lei”, comemora entusiasmado com a nova situação.

Como ele, centenas de milhares de brasileiros alcançaram essas e outras vantagens do programa Empreendedor Individual. O registro traz uma série de benefícios, proporciona segurança, dá perspectiva de crescimento pessoal e profissional e, sobretudo, confere cidadania.

Com o objetivo de ampliar o alcance do programa, o Sebrae, governos e outras entidades parceiras se mobilizaram para que até o final de 2011 o número de formalizados chegasse a 1,5 milhão. No entanto, quatro meses antes do término do ano, esse patamar já foi atingido. “O empreendedorismo é uma alternativa concreta de emprego e renda, como já perceberam esses novos empresários. A inserção no mercado formal traz benefícios não apenas para esses brasileiros, mas para a economia como um todo”, diz o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto.

O Sebrae aposta na capacitação desse público para que ele atue de maneira competitiva e se mantenha no mercado. “A formalização é apenas o primeiro passo. O foco é dar sustentabilidade aos negócios. Faremos isso buscando ativamente o empreendedor, indo até ele para oferecer conhecimento em gestão, planejamento e inovação”, explica o presidente do Sebrae Nacional. Profissionais de 467 categorias podem se registrar como empreendedores individuais.

O Projeto de Lei Complementar nº 591/2010 também facilita os procedimentos para dar baixa no negócio e dispensa a declaração anual do Empreendedor Individual. As pequenas empresas também serão beneficiadas com a ampliação do teto máximo de faturamento de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões, além de estímulos para exportação e possibilidades de parcelar em até 60 meses os débitos com o Simples Nacional.

Fonte: PEGN
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Empreender sem dinheiro

De boas ideias, o mundo do empreendedorismo está cheio. O grande desafio é tirá-las do papel. E o maior vilão desta equação costuma ser sempre o mesmo: a falta de dinheiro. Mas é possível abrir um negócio com nenhum (ou quase nenhum) dinheiro? A melhor resposta é: sim e não. A prática mostra que não é impossível, mas é muito difícil.

É possível abrir qualquer negócio com praticamente nenhum dinheiro, mas as possibilidades de ser um bom negócio são mais reduzidas”, opina Marcelo Aidar, co-responsável pelo Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV. “Quanto maior a barreira de entrada, maior a possibilidade de crescimento do negócio. Se é fácil entrar, você inevitavelmente terá muitos concorrentes”, justifica o professor.

Por outro lado, a escassez de recursos pode ser um importante combustível para a inovação. “Excesso de recurso nunca foi muito bom, porque não deixa a criatividade florescer”, pondera Aidar.
Confira a seguir algumas dicas para quem quer se arriscar em uma empreitada com pouco dinheiro:

1. Prepare-se para empreender

Antes de embarcar em um projeto de alto risco, esteja certo de que você tem recursos suficientes para manter ao menos suas despesas pessoais até que o negócio vingue. Se você não tem um a boa poupança, comece desenvolver sua ideia em paralelo ao emprego atual. Além disso, certifique-se de que o seu negócio realmente tem potencial para dar certo.

Pesquise muito bem o segmento, converse com outros empresários do ramo e identifique o seu potencial diferencial. “Você tem que compensar a falta de recursos de outras maneiras. Tem que ser um negócio que você conhece muito bem ou algo muito inovador”, destaca Aidar.

2. Empreenda com o dinheiro dos outros
Se você tem uma ideia realmente boa, o primeiro passo é tentar vendê-la para alguém. “Transforme a oportunidade que você identificou em um discurso de venda adequado para atrair pessoas que tenham dinheiro”, aconselha José Dornelas, especialista em empreendedorismo e autor do livro “Empreenda (quase) sem dinheiro”, da Editora Saraiva.

Se sua ideia é realmente inovadora, você pode buscar recursos de subvenção econômica do governo ou mesmo ir atrás de um investidor. Se o negócio não é disruptivo, mas tem um bom potencial de lucro, encontrar um sócio entre pessoas do seu convívio – amigos, parentes e até conhecidos – pode ser uma saída.
“Sempre procure capital de terceiros.

Se você não encontrar, é um sinal de que talvez o seu negócio não seja tão bom”, recomenda Evandro Paes dos Reis, professor de Empreendedorismo e Inovação da BSP (Business School São Paulo). Seja qual for o modelo de sociedade escolhido, é importante criar regras claras quanto à participação de cada sócio tanto na distribuição dos lucros futuros quanto no dia-a-dia do negócio para não sair perdendo no final. “O empreendedor não pode virar um empregado de luxo do investidor”, destaca Reis.

3. Faça parcerias estratégicas
Se sua idéia é realmente boa, você pode convencer fornecedores e clientes a apostarem nela junto com você. Mais uma vez, seu discurso de venda terá que ser matador. Convença seus fornecedores e colaboradores a correr riscos junto com você – se eles enxergarem potencial de sucesso na sua ideia, podem concordar em receber o pagamento mais para frente ou até trocar seus serviços por uma participação no negócio. A lógica é a mesma para o cliente. “Além de preços diferenciados, a possibilidade de ter exclusividade em um determinado serviço ou produto pode ser um atrativo”, ressalta Aidar.

Ter uma boa rede de contatos e usá-la da maneira certa é fundamental. Suas conexões podem ajudá-lo a encontrar potenciais parceiros, oportunidades de negócio e promover seu produto usando o bom e velho boca-a-boca – recurso fundamental para quem quer construir uma boa reputação em qualquer negócio, especialmente sem dinheiro.

5. Tire proveito das circunstâncias
Aproveitar as oportunidades que aparecem à sua frente também é crucial. Seja flexível, adapte seu negócio às circunstâncias. “Imagine que você gosta de cozinhar e quer abrir um restaurante, mas não tem dinheiro. Então você fica sabendo que o amigo de um amigo tem um café e está procurando um fornecedor de comidas prontas. Você vai lá, oferece uns quiches e o negócio dá certo. De repente você descobre que talvez valha mais a pena abrir uma pequena indústria de comidas premium do que um restaurante”, exemplifica Álvaro Cardoso Armond, professor do Insper.. “É preciso estar em estado permanente de alerta, porque as oportunidades vão atravessar o seu caminho e você tem que estar atento para tirar proveito delas”, acrescenta ele.

6. Tenha um plano de ação
Ser adaptável não significa abrir mão do planejamento. Quanto mais escassos os recursos de uma empresa, melhor eles devem ser administrados, afinal de contas, qualquer deslize pode ser fatal. “Defina metas e procure aprender aquilo que você não sabe sobre o negócio”, aconselha Dornelas. Elabore um bom plano de negócios e faça as adaptações necessárias no dia-a-dia. Ser capaz de colocar a ideia no papel é um passo importante para que você se sinta seguro de que realmente tem um negócio sólido nas mãos.

Fonte: Exame PME
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O networking é uma estratégia para a geração de novos negócios que é usada de diferentes formas desde a invenção da economia. Impossível de ser traduzida ao pé-da-letra, a palavra embute o sentido de fazer da rede de relacionamentos profissionais um instrumento. De fato, pode ser uma ferramenta de marketing efetiva e barata, desde que usada corretamente. Muitos empreendedores, no entanto, não conseguem os resultados esperados por falta de conhecimento sobre as regras desse “jogo”, e acabam afastando em vez de atrair clientes e parceiros.  Para não perder a oportunidade de formar parcerias e conquistar mais clientes, veja as cinco dicas de Matthew Toren, do portal norte-americano Young Entrepreneur, para fazer um networking que de fato dê uma guinada na sua empresa.

1-Seja genuíno e autêntico
As pessoas gostam de fazer negócios com pessoas de quem gostam, e ninguém gosta de falsidade. Não importa o quão bom você seja, ou quão incrível seu produto seja, não vai importar se os seus futuros clientes e parceiros pensarem que você está escondendo algo. Seja honesto com quem você é de verdade, represente corretamente a sua empresa e construa relacionamentos genuínos com as pessoas com quem se conecta. A autenticidade vai fazer com que se destaque dos outros e deixar uma boa impressão que vai encorajar as pessoas a quererem fazer negócios com você.

2-Escute mais e fale menos
Você já deve ter conhecido uma pessoa que fala muito de si próprio. E deve se lembrar também como isso é desagradável. Na hora de fazer networking, a sua missão é não é provar o quanto você e a sua empresa são legais, mas sim identificar o que há de comum entre você e as pessoas com que se comunica, além de descobrir como você pode estabelecer um relacionamento com elas.  No próximo encontro, você deve ter algum assunto para retomar e seguir construindo um relacionamento.

3- Leve somente cinco cartões de visita para cada encontro
Muitos especialistas podem discordar desta estratégia, mas vai entender o que queremos dizer se você se lembrar de alguns encontros ou eventos passados, quando levou de volta para casa uma pilha de cartões. De quantos deles você se lembra? Com quantos fechou negócios? Cinco cartões são suficientes, porque networking serve para construir relacionamentos de verdade. Por isso, reserve os cartões para aquelas pessoas com quem você se conectou realmente.

4- Não seja “aquela pessoa”
Não seja aquele empreendedor que vai de um em um em um evento distribuindo seu cartão. Esse tipo de pessoa interrompe conversas para dizer quem é e por que você precisa conhecê-lo. E antes quer você tenha uma chance de responder, ela parte para a próxima vítima. Já viu isso, não? Então não seja essa pessoa.

5 – Aproxime-se dos organizadores do evento
A pessoa mais importante do evento é aquela que reuniu os participantes. Procure o organizador, respeitosamente, inicie uma conversa e estabeleça uma conexão. Um bom líder vai apontar você na direção de algumas pessoas-chaves que considera importante você conhecer. E faça a sua parte, indicando eventos desse organizador para outros empreendedores.

Fonte: Blog dos Empreendedores
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Os sites de compras coletivas, que começaram a se desenvolver no Brasil no início de 2010, alcançaram um boom de popularidade nos últimos 14 meses. Em pesquisa realizada pela e-bit em março de 2011, 61% dos internautas disseram conhecer o conceito de compras coletivas. Destes, 49% já realizaram alguma compra nesse tipo de site. O modelo também conquistou empreendedores, que lançaram novos negócios na área ou começaram a participar das ofertas, como fornecedores de produtos ou serviços.

À medida que o segmento cresce, aumentam também os casos de insatisfação de clientes. Nos últimos 12 meses, foram cadastradas 16.690 reclamações relativas a compras coletivas no site Reclame Aqui. “Ainda não é um número impactante, se compararmos ao total de queixas referentes ao e-commerce, que chegou a 537 mil no mesmo período. Mas está crescendo”, afirma Mauricio Vargas, fundador do Reclame Aqui. Os relatos mais frequentes dizem respeito a despreparo de fornecedores, cobrança indevida, discriminação de clientes e dificuldade em cancelar a compra.

A reclamação por e-mail, sites ou redes sociais é o primeiro sinal de que o consumidor está insatisfeito. Mas a situação ficará mais séria se ele decidir ir ao Procon, que aplica multas. “Caso o cliente queira entrar com uma ação de danos morais, físicos ou econômicos, pode também recorrer aos Juizados Especiais Cíveis”, diz Luiz Fernando Martins Castro, especialista em direito das novas tecnologias, da Martins Castro Monteiro Advogados. Nesse caso, tanto o site quanto a empresa participante podem ser considerados responsáveis. Em maio, um juiz do Rio de Janeiro determinou, em primeira instância, que o site Groupon pague uma indenização de R$ 5.000, a título de dano moral, a um cliente que teve seu voucher negado no restaurante de uma promoção. O Groupon irá recorrer da decisão.

Confira a seguir os seis passos principais para evitar queixas e processos que causem danos à marca ou gastos extras para sites de compras coletivas e empresas parceiras.


Revista PEGN

 
1 - OFERTA BEM DESCRITA
O texto da oferta deve especificar qual é o produto ou serviço oferecido, o preço que está sendo praticado, o desconto em relação ao valor original e as restrições, como prazo, dias e horários de validade, material utilizado e unidades participantes. Para atingir esse objetivo, o site ClickOn fez recentemente alterações em seu layout. “A lista de regras ganhou espaçamento maior, para facilitar a leitura”, diz o CEO da companhia, Marcelo Macedo, 36 anos. A empresa participante também precisa prestar atenção ao texto da promoção. “Ela deve verificar se a oferta foi estipulada com a quantidade correta de vagas e detalhes, como necessidade de reserva antecipada, por exemplo”, diz Rubens Ferreira Junior, advogado especialista em direito do consumidor da Advocacia Ubirajara Silveira.

2 - ATENÇÃO AO CONSUMIDOR
Mau atendimento ou discriminação do cliente podem render uma ação de dano moral, e a responsabilidade pode ser tanto do estabelecimento quanto do site de compras coletivas. “Em caso de processo, o site tem o direito de pedir uma indenização do seu contratante, o parceiro”, afirma Renato Opice Blum, especialista em direito eletrônico. Para se precaver, as empresas fornecedoras devem investir no treinamento das suas equipes para receber bem o consumidor. Do outro lado da equação, os sites orientam as companhias para que fidelizem o cliente. “Consideramos nossa responsabilidade orientar as empresas para que melhorem o atendimento”, diz Julio Vasconcellos, 30 anos, sócio-fundador do Peixe Urbano.


3 - DINHEIRO NA MÃO
Nas ofertas de compras coletivas, ihá o risco de o cliente não ser atendido – por motivos variados, como não ter conseguido agendar o serviço ou ter perdido o prazo. Nesse caso, ele pode querer o dinheiro de volta. Cada situação deve ser avaliada individualmente, mas uma maneira de o site e a empresa se precaverem é estabelecer a regra claramente na oferta. “A condição de haver ou não a possibilidade de devolução tem de estar explícita para o consumidor”, afirma o advogado Luiz Fernando Martins Castro. Se o site repassa o dinheiro ao parceiro, antes mesmo de o cliente ter utilizado o cupom, pode entrar em um acordo para o ressarcimento da quantia.

4 - CONTRATO EM EVIDÊNCIA
As regras do site de compras coletivas e da oferta em questão devem estar explicadas em um contrato de adesão. Como esse texto pode ser discutido em um eventual processo, é preciso certificar-se de que o freguês tenha a oportunidade de lê-lo. “Para garantir que o cliente veja o contrato antes de passar para a próxima etapa, alguns sites colocam a frase ‘aceito as condições’ no final do texto, e não em um link fora dele”, diz o advogado Rubens Ferreira Junior.

5 > CAPACIDADE MÁXIMA
O estabelecimento deve ser capaz de entregar o produto ou o serviço exatamente da forma como foi divulgado na promoção. “O Código de Defesa do Consumidor trata toda oferta como vinculante. Se uma empresa divulga um preço e certas condições ligadas ao produto ou serviço, tem de cumpri-los”, diz Vinícius Zwarg, responsável pela área de direito do consumidor do Emerenciano, Baggio e Associados - Advogados. A capacidade máxima de um local deve ser analisada em conjunto pelo site e pela empresa. O ClickOn, por exemplo, desenvolveu uma calculadora que ajuda o parceiro a dimensionar o tamanho da sua oferta.

6 - CONTATOS IMEDIATOS
Acompanhar as reclamações dos clientes em e-mails, sites e redes sociais – e fornecer soluções rápidas – evita que as queixas virem reclamações no Procon ou no Judiciário. “A compra coletiva dialoga com quem está na internet. Por isso, é preciso monitorar os sites e publicar a solução do caso”, diz Patricia Peck Pinheiro, especialista em direito digital. O site Groupon mantém em seu quadro equipes para atendimento ao cliente, relacionamento com o parceiro e análise de mídias sociais. “Sempre que há insatisfação, fazemos o possível para sanar o problema e deixar o usuário satisfeito, ressarcindo os créditos ou o dinheiro”, afirma Florian Otto, CEO do Groupon Brasil.

Fonte:  PEGN
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É uma ótima pergunta. Pelo que sei, exitem apenas cinco maneiro de ganhar dinheiro:

Roubar ou ludibriar alguém - o que é arriscado e enfraquece os seus valores

Herdar. (#sonho)

Investir, desde que se tenha uma perfeita habilidade para quetões financeiras, ou possa contar com o aconselhamento certo e claro muita paciência.

Trabalhar, o que é honesto e nobre, mas o que não enriquece ninguém sem alavancagem.

Entrar no mundo empresarial -  a meneira mais efetiva, desde que o interessado "faça o dever de casa" e escolha o negócio certo. 

Uma empresa bem administrada pode gerar lucros surpreendentes e superar outros meios de ganhar dinheiro.
Se você, por exemplo, investir 40 mil em um banco ou em uma propriedade, esse dinheiro pode crescer entre 4% e 20% ao ano. Se investir bem no mercado de ações, talvez consiga uum retorno de 20% a 30%.
Mais se investir a mesma quantia na sua empresa, o lucro pode passar de 100%. Não há comparação. Se você quer enriquecer, aplique o dinheiro na sua empresa.

Um investimento de 40 mil na sua empresa pode valer mais de 1 milhão, ao fim de três anos. Vejo isso ocorrer com frequência, e essa é uma das compensações de ser coach de negócios. Aconteceu a mim, também, e é muito bom.

Segundo afirmou Jean Paul Getty, em How to Be Rich (Como ficar Rico), a primeira regra é: "Seja o dono da sua empresa." O fato é que você jamais enriquecerá trabalhando para os outros. Indivíduos bem sucedidos sempre conheceram essa regra básica de enriquecimento. 

Rede Links
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Executivo triste
São Paulo – “Você pode aprender com os erros, mas, se possível, evite”. Foi com essa máxima que o professor Pablo Martin de Holan encerrou sua apresentação a uma audiência de futuros empreendedores na última terça-feira (26/07), no auditório da FGV-EASP.

Diretor do departamento de Gestão Empreendedora da IE Business School, em Madri, ele apontou 10 erros estúpidos que muitos empreendedores cometem na hora de montar um negócio e ir atrás de financiamento. Saiba quais são eles.

1. Não saber qual é sua vantagem competitiva
“Você não pode ser tudo para todos”, destaca o professor. “Ou você compete pelo preço, e entra no cruel mundo das commodities, ou terá que ser diferente de uma maneira relevante para o cliente”, ele acrescenta. A solução para o problema é conhecer muito bem o seu marcado e os seus clientes. “Faça sua lição de casa”, recomenda

2. Ser ingênuo em um mundo cínico
Muitos empreendedores acham que chegar primeiro em um mercado garantirá o sucesso do negócio, mas esta fórmula nem sempre dá certo. Muitos dos grandes players dos seus segmentos chegaram depois e aprenderam com os erros de quem se aventurou primeiro. É o caso da Apple, que não foi a primeira a vender tocadores de música digital, mas dominou rapidamente o mercado quando entrou nele.  “Ser primeiro nem sempre ajuda”, diz Holan.


3. Esquecer que é preciso gerar valor
Se você vai entrar em um mercado em que já existem outros competidores, é fundamental mostrar a que veio. “Seu produto tem que gerar mais valor que a concorrência”, enfatiza o especialista. “O iPhone não é o primeiro smartphone  a tocar música, acessar e-mail ou tirar foto. Mas ele tem algo a mais, algo que gera valor para o usuário”, explica ele. E se você vai vender algo que não existe, torna-se ainda mais fundamental provar que aquilo vai trazer algum valor para o cliente.
4. Minimizar a importância da execução
“Quando um investidor precisa escolher entre uma boa ideia e um bom time, ele escolhe o bom time”, diz Holan. Não basta ter uma boa ideia, é preciso mostrar que você é capaz de executar. Tenha pelo menos um protótipo antes de procurar um investidor, ele aconselha.

5. Achar que sua ideia é a melhor do mundo 
Deixe o entusiasmo de lado e avalie quanto sua ideia realmente vale. Ter o pé no chão ajuda na hora de negociar com o investidor. “A avaliação de uma empresa é uma negociação”, destaca. Chegar à mesa achando que sua ideia é a melhor do mundo pode atravancar o processo.

6. Pedir demais pelo negócio
Uma consequência de achar que sua ideia é a melhor do mundo é pedir dinheiro demais por ela. Quem exagera na conta, pode sair de mãos abanando. “Você tem que entender o que é realista”, aconselha o professor.

7. Acreditar que o que esta no plano de negócios é o que vai acontecer
Para ter sucesso no empreendedorismo, é preciso desafiar os parâmetros que você próprio definiu e mudar os rumos do negócio com agilidade. “É preciso ter flexibilidade para mudar quando as coisas mudam”, recomenda.

8. Procurar o investidor errado
Conhecer o perfil do investidor é importante para que a parceria dê certo. Para que a aliança seja proveitosa para os dois lados, é preciso saber quais são as expectativas dele e entender se elas estão alinhadas com a do negócio.  “Tenha em mente que o investidor está preocupado com a saída. Muitos saem até antes de o negócio dar lucro”, destaca Holan. Se você está procurando um parceiro de longo prazo, aliar-se a um investidor com histórico de saídas rápidas pode não ser a melhor escolha.

9. Achar que você é “cool” e todo mundo quer ser seu aliado estratégico
Muitos empreendedores acham que vão resolver todos os seus problemas de escassez de recursos com alianças estratégicas.  Seja realista. Você pode achar que uma parceria com o Google ou o Facebook é a solução para os seus problemas. Mas o que você tem a oferecer a eles? “Uma aliança implica uma troca. Você tem que ter algo que realmente interesse a eles. Se a relação for assimétrica, não ai acontecer”, adverte o especialista.

10. Acreditar que seus problemas são únicos
Achar que seus problemas são exclusivos é uma armadilha perigosa, porque faz com que o empreendedor deixe de olhar para os lados. “Aprenda com os outros”, aconselha o professor. Ler livros, fazer cursos e principalmente conversar com outros empreendedores pode ajudar a agilizar a solução de problemas.

Fonte: Exame PME
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Como algumas empresas conseguiram alcançar o sucesso e faturar tanto dinheiro? Muitos falam: “isso é porque eles miraram o lucro desde o começo e se estruturaram com essa base para crescer”.
Verdade? Não posso afirmar que não tenha seus casos, mas não é o que acontece com a grande maioria das empresas bem sucedidas: o dinheiro é consequência, que vem a partir de se causar um impacto positivo no mundo.

Mirar o lucro não é o problema, isso na verdade só mostra que o empreendedor quer fazer seu negócio andar direito, tem ambição e/ou quer ver retorno sobre seu esforço investido.

O problema é pensar como seu negócio dará esse lucro antes de pensar como seu produto/serviço deixará seu cliente feliz e satisfeito – seja corrigindo algo que esteja errado ou aumentando sua qualidade de vida, causar um impacto positivo no mundo traz consequências. Conhece a história do ovo e da galinha? Aqui é a mesma discussão, mas com uma resposta exata.
Alguns podem até retrucar: mas investidores e credores vão engolir seu papo de querer mudar o mundo? Pra isso temos duas dicas:
  1. Mostre em números que sua ideia impactante trará resultados.
  2. Caso você não consiga provar isso em números* e o investidor não acreditar que sua ideia mudará o mundo, você fica com três opções: tentar fazer com o mínimo possível de gastos (leia mais em empreendedor alça-de-bota), procurar outro investidor ou fundar uma ONG.
*Lembre-se que se o seu negócio estiver num estágio muito inicial é normal você não conseguir projeções financeiras minimamente seguras, então nesse caso simplesmente saia do lugar e faça seu negócio andar até ser possível uma análise mais profunda.
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Dias 28 e 29 de junho aconteceu em São Francisco a primeira AFEXPO, uma conferência focada em desenvolvimento de estratégias de marketing para o Facebook. Entre os muitos assuntos que foram debatidos, selecionamos 20 dicas de marketing que podem fazer toda a diferença em suas ações dentro da maior rede de relacionamento dos mundo. Leia e mantenha essas dicas sempre disponíveis, pois algumas poderão mudar completamente a forma como sua empresa vem atuando no Facebook.

 

1. Quantidade versus Qualidade

O objetivo de suas ações de marketing no Facebook  não deve ser apenas para conseguir uma grande quantidade de pessoas para “curtir” sua página. Busque pelos fãs certos e suas ações podem dar muito mais resultados;

2. Massa Crítica

Ter uma grande comunidade também pode lhe abrir as portas para os amigos de seus fãs;

3. Atenção ao EdgeRank

Por causa de um algoritmo chamado EdgeRank, a maioria das páginas só alcançam uma pequena parcela de todos os seus seguidores. Estima-se que somente 7,5% de seus fãs vejam suas postagens diariamente;

4. Envolvimento

Não fique apenas empurrando mensagens aos seus seguidores, tente envolvê-los;

5. Flexibilidade

Seja flexível, exerça seu lado profissional sem esquecer da diversão;

6. Relações Públicas

O pessoal de RP deve sentar na mesa de discussões. Deixe o pessoal das relações públicas trabalharem com a equipe de Mídias Sociais;

7. Poder de Influência

Os dados mostram que o Facebook é o topo dos influenciadores nas vendas online, mas algumas pesquisas ainda não lhe dão todo o crédito que ele merece. Seu poder de influência é indiscutível;

8. Anúncios com Qualidade

Anunciar no Facebook é uma ótima estratégia. Se puder contratar uma agência de propaganda especializada para criar um anúncio de qualidade para sua empresa, melhor;

9. Clickthrough Rate

Quanto mais altas as taxas de “clickthrough” em anúncios no Facebook, mais baixos os custos de aquisição de fãs;

10. Concursos e Promoções

Concursos não devem ser usados para conquistar novos fãs, mas para fazê-los participar de suas ações;

11. Complemento

O Facebook deve ser usado para complementar seu marketing online e não para substituir seu site;

12. Horário de Trabalho

Seu público não usa o Facebook das 8hs às 18hs (à controvérsias) sem parar, então você não pode ser um gerente de comunidade limitado a esses horários, você tem que ir além;

13. Simplicidade

Campanhas de marketing muito complicadas tem um baixo nível de resposta. Aqui também vale a velha máxima: menos é mais. Mantenhas suas ações simples e o retorno virá. Apesar de ser uma rede social, as pessoas estão ocupadas e não podem lhe dar toda a atenção que gostaria;

14. Criatividade e Interatividade

Campanhas criativas – e interativas – são mais eficientes nas Midias Sociais do que a propaganda tradicional – estática e imutável – que se originou das limitações da mídia impressa. Use e abuse da interatividade;

15. Emoção

As pessoas se conectam emocionalmente às Mídias Sociais. Pense nas emoções que sua marca poderia inspirar nessas pessoas e conecte-se a elas;

16. Propósito

Normalmente, as pessoas se tornam fãs de uma marca quando ela está alinhada a uma causa. Em que sua empresa acredita?;

17. Propaganda

Oitenta por cento (80%) das pessoas que clicaram em banners no Facebook, o fizeram porque gostaram deles. Esses novos fãs, nunca chegaram a ver a página de sua empresa. Mais um motivo para caprichar nos seus anúncios;

18. Business to Business

O marketing Business2Business no Facebook pode até funcionar, mas pare de falar tanto de sua empresa e comece a se envolver mais com seus clientes;

19. Significado dos Números

Não interprete os números por eles mesmos, compare-os com a média do seu mercado. Por exemplo: quantos “curtir” e “comentários” tem suas publicações em relação aos seus concorrentes. Esses números são muito mais significativos do que contar apenas a quantidade de visitas a um post;

20. Quantidade versus Utilidade 

Não há um número certo de postagens diárias para cada tipo de empresa. Não publique nada se não tiver nada a dizer, mas publique dez ou mais vezes, se tiver muito para compartilhar. Por exemplo: algumas áreas como esportes e turismo são muito sazonais e tem mais coisas para publicar somente em certas épocas do ano. Se a área de atuação de sua empresa não tiver muito assunto, fale sobre coisas que podem ser úteis aos seus seguidores e estejam correlacionadas a sua atividade.

E você, já tem uma página da sua empresa no Facebook? Como está trabalhando com ela? Deixe o link de sua página aqui nos comentários e aproveite para “curtir” nosso blog no Facebook ;-)

Fonte e foto: Super Empreendedores 
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Aqui vão 5 princípios básicos para todos aqueles que procuram alcançar grande sucesso nesta indústria. Este princípios são importantes para iniciar o seu negócio da forma correta mas lembre-se que aqui, como na vida, tudo começa por nós e por querermos mais e mais, e por estarmos sempre na linha da frente, sempre a aprender e a desenvolvermo-nos todos os dias.


1 – Comprometa-se com o sucesso
Antes de iniciar qualquer negócio, você precisa comprometer-se com o sucesso. Se pensa em fazer algo só para experimentar, não entre neste negócio. Se realmente deseja ter sucesso, então este é o negócio para a sua independência financeira. Mas atenção, não estou a falar e dizer para o ar que quer ter sucesso. Faça um favor a si mesmo e procure perceber o verdadeiro potencial desta indústria, e depois de perceber o que pode ganhar aqui, marque os seus objetivos e comprometa-se a lutar por eles “custe o que custar”.

2 – Conheça bem o plano de compensação e produtos da sua empresa
Conhecer o plano de compensação como a palma da sua mão é determinante! Estude e volte a estudá-lo, perceba essencialmente como pode tirar o máximo proveito do mesmo. Atenção a isto, quando eu digo para estudar o plano de compensação não estou a dizer para o saber explicar a outras pessoas, estou a dizer para o estudar matematicamente, para saber qual a melhor estratégia a aplicar no seu negócio. Se você não estiver seguro do benefício e familiarizado com os produtos fornecidos pela sua companhia de marketing de rede, não os pode representar. Você precisa ser um produto dos seus produtos, portanto use-os com frequência.


3 – Utilize um sistema que resulte e com o qual se identifique
Este passo é muito importante mesmo. Garanto-lhe que a maior parte das pessoas não analisa este ponto e depois falham, porque na maioria dos casos, ou o sistema não era bom, ou as pessoas não se encaixam no sistema. Por este mesmo motivo, na minha opinião, em primeiro lugar tem de saber como vai trabalhar, quais são as técnicas e ferramentas que vai utilizar para desenvolver o seu negócio, e depois, se se identificar com estas então pode iniciar o seu negócio. A maior parte das pessoas não faz isto e por isso acabam por falhar e desistir.

4 – Aprenda a fazer, com a pessoa certa
Compreenda os negócios da sua companhia, fixe as suas metas e comece a procurar o seu mentor no seu negócio, que vai orientá-lo a fazer a coisa certa para alcançar o seu objetivo, normalmente esta pessoa é aquela que você admira pela suas qualidades. Estabeleça um plano de trabalho. Mas lembre-se para ter sucesso precisa de assumir a responsabilidade e a iniciativa nas acções que lhe couberem. O importante é começar, cada acção que você fizer pode dar início a resultados maciços.

5 – Ajude as pessoas com quem você compartilhou o seu negócio
Não esqueça que a sua organização é formada por pessoas, não tente modificá-las ou pressioná-las, simplesmente ajude-as entendendo as suas necessidades e os seus objetivos. Aprenda a liderar. Cada pessoa tem o seu “tempo”. O constante follow-up ajudará a manter a motivação através dos resultados.
Fonte: Empreendedor Web
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